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Outros

Exame para 2,5 milhões de alunos de São Paulo apresenta falhas

User photo not available Friday, 20 November 09 - 05:38 AM (GMT -04:00)
By Master Santucci in Na Sala de Aula

do Agora da Folha de S.Paulo da Folha Ribeirão

Depois de ser adiado em uma semana, o Saresp, exame do governo paulista que avalia os alunos da rede, foi marcado por novos problemas na quarta-feira (18), quando foram realizadas as provas de português e matemática.

Parte dos alunos recebeu provas em que a folha de respostas não era compatível com o caderno de perguntas, e em uma questão faltou uma figura.

Os problemas foram identificados pela reportagem em Mairiporã, Caieiras, Francisco Morato e Cajamar, na Grande SP, e em Atibaia (64 km da capital).

O Saresp avalia a situação das escolas e da rede e é o principal fator considerado para pagamento de bônus por desempenho aos professores. Participam 2,5 milhões de estudantes.

A avaliação inclui 26 tipos de prova, com 24 questões de múltipla escolha cada uma. As questões são as mesmas, mas a ordem delas é alterada para dificultar a cola entre os alunos.

Com o erro nas provas, estudantes se confundiram na hora de passar a resposta para o gabarito e chegaram a rasurar a folha. Eles dizem temer que haja distorções na correção e que ela seja feita à mão, e não por meio digital, como previsto.

O aluno Vinícius Timm de Alencar, 19 anos, contou que, após 30 minutos de prova, a diretora da escola apareceu na sala, quando foi detectado o erro. "Ninguém sabia o que fazer. Aí, mandaram a gente riscar o número da folha de respostas e colocar igual ao da prova."

"Essa confusão gera um estresse para os alunos, o que prejudica os resultados", diz Ocimar Alavarse, professor da Faculdade de Educação da USP.

A Apeoesp (sindicato dos professores da rede estadual) disse que deve entrar com medidas judiciais contra o Saresp. Uma pergunta do teste de matemática do 3º ano pedia a observação de um polígono, que não aparecia na prova.

Em outro erro, uma escola de Araraquara (273 km a noroeste de SP) recebeu as provas de geografia misturadas com as de português. As questões de geografia deveriam ser abertas apenas hoje, quando também acontece a prova de história.

O Saresp, que deveria ter sido aplicado na semana passada, foi adiado porque o Caed (Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação), empresa contratada para aplicar o exame, não conseguiu entregar todas as provas a tempo.

Outro lado

A Secretaria da Educação classificou os problemas como "normais" para um exame do tamanho do Saresp e afirmou que não haverá distorções. Em relação ao caso de Araraquara, disse que o erro de empacotamento das provas foi isolado e não comprometeu a avaliação.

O Caed disse que a correção poderá ser feita digitalmente.

Fonte – Folha on-line Educação

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Empresa recruta professores para trabalhar em canteiro de obra

User photo not available Friday, 20 November 09 - 05:17 AM (GMT -04:00)
By Master Santucci in Notícias

A PROATIVA RH, consultoria com foco na atração e carreira de talentos, seleciona professor alfabetizador para trabalhar em uma empresa de construção civil dando aulas em um canteiro de obras de São Paulo. Ele irá alfabetizar os profissionais nos canteiros, durante o período das obras. As aulas são de 2ª a 6ª, sendo que uma aula de 1h30 pela manhã e outra no final da tarde.

É necessário ter formação para lecionar (Curso Senais ou superior) e Pacote Office.

Os interessados deverão entrar em contato pelo site http://www.proativarh.com.br e clicar no botão “fale conosco”.

Fonte - Aprendiz - Guia de Empregos

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O fim da DRU da educação

User photo not available Wednesday, 18 November 09 - 07:44 PM (GMT -04:00)
By Master Santucci in Educação

Num país em que a educação continua sendo o mais grave problema social e o maior obstáculo ao desenvolvimento acelerado e contínuo, como o Brasil, todo o esforço para assegurar mais recursos para o ensino deve ser aplaudido. É o caso da proposta de emenda constitucional aprovada por unanimidade pelo Senado e que acaba de ser promulgada pelo Congresso Nacional, prevendo a extinção gradual, até 2011, da Desvinculação das Receitas da União (DRU) incidente sobre os recursos destinados à educação, com o objetivo declarado de devolver integralmente a essa área a parcela do orçamento que o governo vinha aplicando em outras áreas, razão pela qual, à primeira vista, deveria merecer todos os elogios. Mas, com o fim da DRU, um remendo fiscal, volta-se ao sistema de verbas vinculadas que compromete irremediavelmente a gestão das contas públicas.

Nas contas dos que a defendem, a eliminação gradual da DRU da educação permitirá que, neste ano, o orçamento do Ministério da Educação seja aumentado em R$ 4 bilhões. Para o ano que vem, o ganho é estimado em R$ 7 bilhões e, para 2011, quando a DRU estará extinta, em R$ 10,5 bilhões. Isso porque, pelo texto da emenda, a DRU, que até há pouco permitiu ao governo dar a destinação que quiser a 20% dos recursos que deveria aplicar obrigatoriamente em educação, se reduzirá a 12,5% neste ano, a 5% em 2010 e a zero em 2011.

A emenda merece, porém, algumas observações. A DRU, criada em 1994, foi o instrumento que o governo usou para escapar, de maneira muito limitada, das amarras que a Constituição de 1988 lhe impôs na definição de seus gastos.

A Constituição determinou a aplicação obrigatória das receitas de partes da arrecadação em determinadas áreas. São as "receitas carimbadas", que entram nos cofres do governo com destinação já previamente determinada. Assim, por exemplo, a arrecadação da Cofins deve ser inteiramente destinada a programas de aposentadorias, pensões e outros da área da seguridade social. A receita do PIS é reservada para a constituição do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e ao BNDES. Tributos criados posteriormente, como a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), também têm sua destinação já estabelecida pela legislação - que, aliás, nunca foi respeitada.

Além disso, a Constituição determinou que a União "aplicará, anualmente, nunca menos de 18%" da receita proveniente de impostos e de transferências "na manutenção e desenvolvimento do ensino".

Por causa de tantas restrições, o Ministério do Planejamento calcula que, de cada R$ 100 arrecadados, cerca de R$ 75 chegam aos cofres públicos com o destino determinado: educação, seguridade social, seguro-desemprego, infraestrutura de transportes, entre outros. A DRU permitiu ao governo remanejar 20% de todas as receitas "carimbadas", destinando-as para áreas que considerasse prioritárias - e que poderiam incluir a própria educação.

Foi um mecanismo importante para reduzir o engessamento das receitas federais e para dar um pouco mais de racionalidade à gestão financeira. Calcula-se que, com a DRU, a parcela da receita sobre a qual o governo tem alguma autonomia, que antes era de 25% do total, tenha aumentado para 35%.

A emenda promulgada pelo Congresso volta a engessar o governo, recompondo integralmente as verbas "carimbadas" da educação. Seu objetivo, como dizem seus autores, é garantir que a educação tenha mais recursos. Mas governos responsáveis não precisam ser forçados a aplicar recursos expressivos em educação; devem fazer isso porque é necessário.

Além disso, o estabelecimento de um piso para se aplicar na área pode ser interpretado também como um teto, o que desestimula os governantes a concentrar ainda mais recursos no setor, como seria desejável. A obrigatoriedade de aplicação de um mínimo em educação igualmente desestimula os responsáveis pelo sistema a desenvolver projetos novos ou até mesmo a manter a qualidade dos já existentes, pois, qualquer que seja seu desempenho, o dinheiro já está assegurado.

Por isso, apesar de suas boas intenções, será limitado o alcance da emenda na área da educação. Para a gestão orçamentária, será um retrocesso.

Fonte - Estadão Opinião

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O projeto de lei alcançará o objetivo de conter a violência contra professores?

User photo not available Wednesday, 18 November 09 - 07:33 PM (GMT -04:00)
By Master Santucci in Na Sala de Aula

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado aprovou dia 17/11, em caráter não terminativo, dois projetos de lei que têm por objetivo conter os altos índices de violência contra professores nas escolas. O primeiro é de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS) e classifica como violência qualquer ação ou omissão contra professores, decorrente da relação de educação que cause morte, lesão corporal ou dano patrimonial, praticada por alunos, pais, responsável legal ou terceiros.

O Projeto de Lei 191/09 garante ao docente proteção da autoridade policial e atendimento médico e realização de perícia no Instituto Médico Legal. Ao agressor menor de idade, prevê a aplicação do disposto no Estatuto da Criança e do Adolescente. Caso ele seja maior de idade, fica a cargo do Ministério Público tomar providências, tendo por base os dados do boletim de ocorrência ou relatório policial.

*As informações são do UOL Educação.

O projeto de lei alcançará o objetivo de conter a violência contra professores? O que achou?

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Educação deve ser tratada como uma prioridade?

User photo not available Wednesday, 18 November 09 - 07:27 PM (GMT -04:00)
By Master Santucci in Gestão Educacional

O que é importante para a sua qualidade de vida e para o seu bem-estar na cidade? O Movimento Nossa São Paulo fez essa pergunta a 32 mil paulistanos, entre junho e setembro deste ano. No topo da lista está a preocupação com educação. O trânsito, que costuma ganhar destaque nos bate-papos informais sobre os maiores problemas da cidade, ficou em 17º lugar.

Os
dados chamaram a atenção dos organizadores da pesquisa, num momento em que a capital paulista recebe investimentos pesados para reduzir o congestionamento, com a criação de uma terceira pista na Marginal do Tietê, Rodoanel e expansão das linhas da Companhia do Metropolitano (Metrô). "Será que estamos no caminho certo? A pesquisa nos aponta uma nova direção", disse o idealizador do Movimento, Oded Grajew.

Os dados foram divulgados ontem e serão encaminhados ao poder público. Além de adultos, crianças e adolescentes de escolas públicas com idade entre 10 e 15 anos também foram ouvidos. Cerca de 50% dos entrevistados demonstraram preocupação com a qualificação dos professores. E outros 40% com a falta de vagas em creches e escolas perto de casa.

*As informações são do UOL Educação.

Você concorda com o resultado da pesquisa? Na sua opinião, educação é mesmo uma prioridade?

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Nem tudo sobre a educação é verdade; veja lista de estudos sobre falsas soluções

User photo not available Tuesday, 10 November 09 - 05:28 AM (GMT -04:00)
By Master Santucci in Gestão Educacional

FABIANA REWALD da Folha de S.Paulo

Para melhorar a educação no Brasil basta investir mais, aumentar o salário dos professores e treiná-los constantemente, além de melhorar a infraestrutura das escolas, certo?

Errado. Diversos estudos nacionais e internacionais mostram que as "soluções" acima, na verdade, não passam de mitos. São questões importantes para um projeto de longo prazo, mas que por si só não promovem melhoria na educação.

Em relação ao investimento, por exemplo, municípios que gastam R$ 1.000 por aluno no fundamental tiveram a mesma nota na Prova Brasil (exame federal que avalia estudantes) que municípios que gastam R$ 3.000, segundo dados de 2005 que embasam pesquisa de Naercio Aquino Menezes Filho, do Insper (antigo Ibmec).

Cingapura é outro exemplo de que gastos e qualidade na educação não têm uma relação direta. O país obteve ótimos resultados nos últimos anos apesar de ter aplicado menos recursos na educação primária que 27 dos 30 países da OCDE (organização de países desenvolvidos), segundo relatório de 2007 da consultoria McKinsey.

A relação entre desempenho dos alunos e salários de professores também não é tão direta. O Distrito Federal, por exemplo, paga os melhores salários do país, mas não tem o melhor resultado em exames federais como Prova Brasil e Saeb, segundo levantamento feito por Maria Helena Guimarães de Castro quando era secretária de Educação de SP, cargo que deixou neste ano.

O problema da educação é muito mais complexo. Mas é consenso que o ponto central é ter professores bem formados, que saibam ensinar e dominem a disciplina que lecionam.

Parece simples, mas não é. É comum, em muitas regiões do país, que professores de matemática sejam contratados para ensinar física. Segundo o censo da educação básica de 2007, dos professores de física no ensino médio do país, só 25% tinha formação na área.

Isso porque os formados em física acabam atraídos por outras profissões com maior retorno financeiro.

Mas, então, aumentar o salário significativamente não ajudaria? Estudiosos de educação acreditam que um reajuste assim só teria efeito no longo prazo. Aumentar sem critérios os salários de todos os professores não fará com que eles passem a ensinar melhor agora, pois já têm falhas na sua formação.

Uma opção a curto prazo sugerida por Menezes Filho é atrelar o reajuste à melhora no desempenho. Assim, ele funcionaria como estímulo.

Já no longo prazo, de fato, esse aumento no salário pode ser eficaz, a partir do momento em que a carreira de professor passa a interessar os melhores alunos do ensino médio.

Abaixo, veja os nomes de alguns estudos que derrubam mitos

- "Os Determinantes do Desempenho Escolar", de Naercio Menezes Filho (2007);

- "A Relação entre Gastos Educacionais e Desempenho Escolar", de Luiz Felipe Leite Estanislau do Amaral e Naércio Menezes Filho;

- "Avaliando o Impacto da Progressão Continuada nas Taxas de Rendimento e Desempenho Escolar no Brasil", de Naercio Menezes Filho, Ligia Vasconcellos, Sergio Werlang e Roberta Biondi (2004);

- "O Impacto dos Métodos Estruturados de Ensino na Proficiência dos Alunos da Rede Pública Municipal do Estado de São Paulo", de Maria Carolina da Silva Leme, Paula Louzano, Vladimir Ponczek e André Portela de Souza (2009);

- "Sistemas Estruturados de Ensino e Redes Municipais do Estado de São Paulo", coordenado por Paula Louzano (2009);

- "Sucesso Escolar nos Meios Populares - As Razões do Improvável", livro de Bernard Lahire (2004);

- "How the world's best performing school systems come out on top", da McKinsey&Company (2007);

- "Efficiency and Equity in Schools around the World", de Eric A. Hanushek e Javier A. Luque (2002);

- "Family, Classroom, and School Effects on Children's Educational Outcomes in Latin America", de J. Douglas Willms e Marie-Andree Somers (2001);

- "The Effect of School Resources on Student Achievement", de Rob Greenwald, Larry V. Hedges e Richard D. Laine (1996);

- "Interpreting Recent Research on Schooling in Developing Countries", de Eric A. Hanushek (1995);

- "Schooling Quality in a Cross Section of Countries", de Jong-Wha Lee e Robert J. Barro (1997);

- "Factores que Afectan el Rendimiento Academico en la Educacion Primaria", de Eduardo Velez, Ernesto Schiefelbein e Jorge Valenzuela (1993);

- "Teacher Quality and Student Achievement: A Review of State Policy Evidence", de Linda Darling-Hammond (2000);

- "Efficiency-Enhancing Investments in School Quality", de Eric A. Hanushek, João Batista Gomes Neto e Ralph W. Harbison;

- "Educação Secundária no Brasil: Chegou a Hora", de Alberto Rodríguez e Carlos A. Herrán (2000)

- "Brazil, Teachers Development and Incentives - A Strategic Framework", de Françoise Delannoy e Guilherme Sedlacek (2001).

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Na sua opinião, qual é a receita para melhorar a educação?

User photo not available Tuesday, 10 November 09 - 05:26 AM (GMT -04:00)
By Master Santucci in Gestão Educacional

Para melhorar a educação no Brasil basta investir mais, aumentar o salário dos professores e treiná-los constantemente, além de melhorar a infraestrutura das escolas, certo?

Errado. Diversos estudos nacionais e internacionais mostram que as "soluções" acima, na verdade, não passam de mitos. São questões importantes para um projeto de longo prazo, mas que por si só não promovem melhoria na educação.

As informações são do Folha Online.

Na sua opinião, qual é a receita para melhorar a educação? Opine!

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Final do ensino médio é época sensível para adolescentes

User photo not available Tuesday, 10 November 09 - 05:11 AM (GMT -04:00)
By Master Santucci in Cotidiano

por Enio Rodrigo

O estresse nos jovens tem aumentado gradualmente nos últimos anos, devido a diversos fatores. Pesquisas no mundo inteiro apontam nesse sentido. Mas os jovens que estão nos últimos anos do ensino médio têm ainda outros problemas a enfrentar (ou a somar): a pressão para escolher uma carreira – para aqueles que querem fazer faculdade – ou para se aventurar em um emprego – que pode ou não se transformar em uma profissão.

Um estudo feito por pesquisadores da Suécia com dados coletados em países como Áustria, Bélgica, Dinamarca, Finlândia, Hungria, Espanha, Suécia, Suíça e Reino Unido mostrou que as taxas de estresse entre os jovens, principalmente na faixa partir dos 15 anos – idade em que esses indivíduos começam a se preocupar com o futuro – cresceu. Para esses pesquisadores, esses problemas estão relacionados com as tendências de mercado para o público jovem, que ainda não está preparado para entrar no mercado de trabalho, mas também não se sentem confortáveis em serem tratados ainda como crianças, no que diz respeito a depender dos pais para suporte financeiro.

Iniciação da vida adulta

“A etapa do final do Ensino Médio pode trazer muita angústia. Além de ser o fechamento de uma longa vida escolar, é também a abertura para diversas possíveis novidades”, diz Leo Fraiman, psicoterapeuta especializado em psicologia educacional. “Nesse processo de mudança, é muito comum que os jovens se sintam pressionados a escolher a profissão ou conseguir um trabalho”, afirma. Além disso, diz Fraiman, existe hoje uma falta de referências seguras sobre quais as carreiras que tendem a abrir mais oportunidades de trabalho, por exemplo. Há também uma grande desilusão com o mundo adulto em geral (e em se tornar parte dele), e soma-se a isto uma pressão por competitividade pelo sucesso, o que gera essa angústia ou ansiedade e contribuem para o estresse e depressão.

Existem ainda mais fatores que podem contribuir para a piora do quadro. Um deles é a diminuição da  sensação de competência (neste caso a pessoa pensa que não é competente, não é capaz, não vai conseguir realizar seus planos) e um aumento exagerado e desnecessário da sensação dos danos e riscos  que poderiam ocorrer caso não se atinja uma meta traçada ou idealizada. “Alguns adolescentes têm pensamentos como: ‘se eu não passar dessa vez  [no vestibular], vai ser o fim do mundo’”, diz Fraiman.

Ajuda dos pais é importante para enfrentar a nova fase

Para evitar esse processo estresse generalizado é necessário que jovens e seus pais estejam atentos aos sinais exteriorizados pelo corpo. “Existem alguns sinais de pessoas que estão estressadas, tais como dificuldade de concentração, irritabilidade excessiva, falhas de memória, apatia, tensão muscular, dores de cabeça, dores de estômago e taquicardia” elenca Fraiman. No caso da ansiedade os sintomas mais comuns são fadiga, insônia, falta de ar, confusão mental, dores no peito, boca seca, mãos úmidas, problemas gastro-intestinais, entre outros.

Existem ainda casos extremos, aponta o psicoterapeuta: há meninas que apresentam a interrupção da menstruação, e em ambos os sexos há a recorrência de enxaqueca, distúrbio do sono, distúrbios severos de pele, comportamentos que podem gerar o alcoolismo e até abuso de drogas.

Para que tudo isso não termine em problemas mentais mais sérios e duradouros é necessário atenção e apoio. “É preciso que se tenha algum espaço na agenda para relaxar com esporte, lazer, sono e alimentação adequada” sugere Leo Fraiman.

Os pais podem ajudar se aproximando de seus filhos, demonstrando um real e sincero interesse em conhecê-los, orientando-os, mostrando compreensão pelo momento de vida que estão passando, ajudá-los a persistir e não aceitar que desistam sem tentar.

“Deve-se evitar pressionar por resultados e fazer comparações com os outros adolescentes do círculo de amizade ou outras atitudes que podem gerar mais ansiedade e estresse”. E o mais importante, para os pais: além do vestibular ou do mercado de trabalho há muito mais a ser conversado em casa.

Fonte – UOL – O que eu tenho?

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Lula critica governadores que resistem a pagar piso para professores

User photo not available Sunday, 08 November 09 - 06:43 AM (GMT -04:00)
By Master Santucci in Notícias - Educação

Claudia Andrade - Do UOL Notícias Em Brasília

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta sexta-feira (6) os governadores que se negam a pagar o piso nacional de R$ 950 para professores da rede pública. E disse que, mesmo com a resistência dos governadores, o valor ainda está aquém do ideal.

"Peguem o piso nacional dos professores: ainda não é o que a gente deseja, mas, antes, nesse país, principalmente no interior, tinha professora ganhando menos que o salário mínimo. E tem vários governadores abrindo processo no Supremo Tribunal Federal pra não pagar o piso de apenas R$ 950", criticou.

"Tem gente que acha que é muito pagar isso pra uma professora que fica cuidando dos filhos que a mãe não pode cuidar, às vezes cuidando até de piolho de criança, porque em casa não tem condições. Para uma professora colocar 40 crianças na sala de aula e ficar o dia inteiro dando os ensinamentos que, às vezes, nós não podemos dar".

A crítica foi feita durante evento de assinatura da lei que altera o plano de carreira de policiais militares e bombeiros do Distrito Federal. Em seu discurso, Lula destacou a importância do salário para a qualidade do serviço prestado pelos profissionais.

"Toda vez que a gente quiser considerar uma categoria profissional especial, temos que saber o quanto ganha por mês. Não basta a profissão ser essencial, o salário tem que ser essencial para que ele possa sustentar sua família", disse.

O piso de R$ 950 para os professores da rede pública foi sancionado em julho do ano passado. A lei estabeleceu que o novo valor deveria estar em vigor em todo o país até 2010, para uma carga horária de até 40 horas semanais.

Contudo, ainda em 2008, os governadores do Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Ceará entraram com uma ação no STF (Supremo Tribunal Federal) contra a medida. A Corte ainda não julgou o mérito do processo.

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Esvaziamento escolar provocará mudanças no ensino alemão, diz estudo

User photo not available Sunday, 08 November 09 - 06:40 AM (GMT -04:00)
By Master Santucci in Gestão Educacional

Pesquisa da Fundação Bertelsmann prevê mudanças radicais no sistema alemão de ensino devido à redução do número de alunos. Estudo reuniu dados de todos os municípios do país com mais de 5 mil habitantes.

Entre os efeitos iminentes do crescimento demográfico negativo na Alemanha, está a diminuição do contingente de alunos em escolas do ensino fundamental e médio do país. Até o ano 2025, o número de crianças e adolescentes entre seis e 18 anos diminuirá dos atuais quase 11 milhões para 9 milhões, constatou estudo da Fundação Bertelsmann divulgado nesta sexta-feira (06/11) em Gütersloh.

Segundo a pesquisa, o sistema de ensino do país está diante de mudanças radicais provocadas pelo esvaziamento escolar. Em seu estudo, a fundação reuniu, pela primeira vez, dados educacionais relevantes de todas os municípios alemães com mais de 5 mil habitantes.

Deslocamento demográfico

Particularmente drástica é a situação na faixa etária entre 16 e 18 anos. Nos próximos 15 anos, o estudo prevê uma redução de 27,4% do número de adolescentes em idade de frequentar o ensino médio na Alemanha.

Entre os alunos de 10 a 15 anos, a queda será de 15,8%. Com uma redução de 14,3%, também na faixa etária entre 6 a 9 anos, um número menor de crianças irão ocupar os bancos escolares do ensino fundamental alemão.

No total, a população alemã diminuirá somente 2% até 2025. No entanto, um intenso deslocamento demográfico irá acontecer. Dessa forma, o número de alemães acima dos 80 anos aumentará em 70%, explica a Fundação Bertelsmann.

Indicadores de municípios

Ao apresentar a pesquisa através do portal de internet da Bertelsmann, Wegweiser Kommune (indicadores de municípios, em alemão), Brigitte Mohn, membro da diretoria da fundação, afirmou que "mesmo que haja diferenças regionais, estados, cidades e municípios terão que seguir novos caminhos em seu planejamento educacional".

Mohn disse ainda que "devido à redução maciça do número de alunos, o sistema escolar tripartido continuará a sofrer pressão", referindo-se ao sistema alemão de ensino, onde a criança dispõe de três possibilidades de escola secundária, conforme seu desempenho no curso primário: Hauptschule, Realschule e Gymnasium.

Na Hauptschule, os alunos recebem uma formação geral básica com duração de cinco a seis anos. A Realschule habilita a frequentar cursos mais adiantados em escolas profissionalizantes, e dura seis anos. O Gymnasium tem duração de oito ou nove anos. Seu certificado de conclusão (Abitur), que corresponde ao vestibular brasileiro, habilita para o acesso a uma universidade ou escola superior.

Segundo a Fundação Bertelsmann, a tendência para um sistema escolar bipartite, com a fusão das duas opções de ensino fundamental Hauptschule e Realschule, continuará tanto no Oeste quanto no Leste alemão. Por outro lado, a procura de escolas do ensino médio (Gymnasium) deverá aumentar, prevê a fundação.

"Diferente, mas bom"

Quanto à pergunta do significado da mudança demográfica para uma geração jovem minguante, o jornal Neue Osnabrücker Zeitung comentou nesta sexta-feira que "para prever isso, muitos pais não precisam nem mesmo de uma pesquisa – basta o fato de a escola primária de seu filho ter que ser fechada devido à falta de alunos. Principalmente em zonas rurais do estado da Baixa Saxônia, este fenômeno já é realidade – e um princípio das mudanças que nos aguardam".

Sobre a eventual fusão das escolas do ensino fundamental alemão, o diário acrescentou: "E por que não! Quem souber fazer disso uma vantagem, chegará talvez algum dia no modelo escandinavo de uma só escola para todos – incluindo o ensino médio com duração de três anos até o vestibular. É diferente, mas é bom".

CA/kna/dpa/ots
Revisão: Augusto Valente

Fonte – DW – World.DE

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Comissão aprova execução obrigatória do Hino Nacional nas escolas

User photo not available Sunday, 08 November 09 - 06:18 AM (GMT -04:00)
By Master Santucci in Interdisciplinar

Agência Câmara

A Comissão de Turismo e Desporto da Câmara aprovou na semana passada proposta que torna obrigatória a execução diária do Hino Nacional no início das atividades escolares. A regra, prevista no projeto de lei 4627/09, será válida para escolas dos níveis fundamental e médio.

A proposta define também outras ocasiões em que o hino deverá ser executado: abertura de sessões cívicas; início de atividades desportivas; início e encerramento das transmissões diárias das emissoras de rádio e televisão.

O relator, deputado Afonso Hamm (PP-RS), recomendou a aprovação da proposta, com emendas. Ele especificou as atividades esportivas em que o hino será tocado: aquelas organizadas por entidades coletivas que integram o Sistema Nacional de Desporto ou com a interveniência de órgãos da administração pública. O objetivo da mudança, explicou, é evitar que o hino tenha que ser executado em qualquer atividade, mesmo aquelas de natureza particular ou informal.

O relator suprimiu ainda trecho do projeto em que previa a mesma exigência para as cerimônias religiosas a que se associa sentido patriótico, por misturar Estado e religião, contrariando o espírito laico do Estado democrático brasileiro.

Para o autor da proposta, deputado Vital do Rêgo Filho (PMDB-PB), a execução do hino nessas ocasiões pode ampliar o conhecimento e a divulgação da letra e da música do hino.

Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Ensino fundamental

Em setembro, lei sancionada pelo vice-presidente no exercício da Presidência, José Alencar, determina que as escolas de ensino fundamental públicas e privadas de todo o país executem uma vez por semana o Hino Nacional.

A lei não prevê data e horário para a execução do hino, ficando a critério dos estabelecimentos de ensino. O projeto também não prevê punição a quem não cumprir a lei.

Fonte: Folha de S.Paulo

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No mundo, 10% das pessoas têm deficiência auditiva

User photo not available Friday, 06 November 09 - 03:21 PM (GMT -04:00)
By Master Santucci in Notícias - Educação

Por Engel Paschoal

Em 26 de setembro de 1857, o professor francês Hernest Huet fundou, com o apoio do imperador D. Pedro II, o Imperial Instituto de Surdos Mudos, no Rio de Janeiro. Huet era surdo. Na época, o Instituto funcionava como asilo, no qual só eram aceitas pessoas do sexo masculino que vinham de todos os pontos do país, muitas delas abandonadas pelas famílias. Depois, o nome do Imperial Instituto foi mudado para Instituto Nacional de Educação para Surdos (Ines). Hoje é um órgão do Ministério da Educação.

Por isso, o 26 de setembro é o Dia Nacional do Deficiente Auditivo. A data internacional é no dia 30. Mas temos ainda o 10 de novembro como o Dia Nacional de Combate à Surdez. Interessante: essa data também é o Dia da Indústria Automobilística.

No Brasil, o total de surdos varia, de acordo com fontes diversas, entre 2,25 milhões e 5,7 milhões (cerca de 2% a 3% da população). Segundo a Feneis (Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos) seriam 4 milhões. Fala-se em 480 mil no Estado de São Paulo e em 150 mil na cidade de São Paulo. A surdez é o quarto maior tipo de deficiência no Brasil.

Surdo ou deficiente auditivo?

A maneira de se dirigir ao surdo, assim como a outros deficientes, é controversa e tem despertado certa ira dos politicamente corretos. Como já escrevi em 9 de maior de 2005, Dorina Nowill é uma das pessoas mais credenciadas para falar sobre cegos. Por sinal, a Fundação Dorina Nowill para Cegos completou 63 anos em 11 de março de 2009.

Numa conferência em São Paulo, há cerca de oito anos, ela contou: "Quando eu era criança, diziam que eu tinha um problema na vista. Quando mocinha, diziam que eu não enxergava. Hoje, criam expressões, como 'portadora de deficiência visual', para descrever pessoas como eu. Já pensaram se estou na rua, querendo tomar o ônibus, e digo para outra pessoa: 'Por favor, pode me avisar quando passar o ônibus para a avenida Paulista? Sou portadora de deficiência visual'. O que eu tenho que dizer é que sou cega mesmo e pronto". E deu uma risada gostosa, acompanhada de toda a platéia. De forma simples e direta, Dorina Nowill mostrou que um dos piores problemas para os cegos é a maneira de se dirigir a eles.

Como também escrevi na época, desde cedo, o cego deve ser orientado a desenvolver e utilizar ao máximo o olfato. A identificação e a localização de odores (alimentos, remédios, flores) permitem maior domínio do ambiente, facilitando o reconhecimento de farmácias, restaurantes etc., bem como prevenindo situações de risco - cheiro de gás, gasolina, queimado. O paladar também é importante. A percepção gustativa permite reconhecer alimentos com os principais sabores: doce, amargo, salgado, ácido etc.

Triagem não é obrigatória

A triagem universal para o diagnóstico da surdez em recém-nascidos não é obrigatória no Brasil. Mas o diagnóstico da perda auditiva, nos primeiros meses de vida, é fundamental para o desenvolvimento e integração da criança segundo especialistas.

Quando se percebe que uma criança de até seis meses de idade tem problema auditivo é mais fácil o tratamento e o seu desenvolvimento em relação às com diagnóstico tardio. As melhorias são visíveis não apenas em relação ao aperfeiçoamento da linguagem e assimilação de conhecimento, como também no que diz respeito à integração social.

Havendo indícios de problemas de visão numa criança, deve ser imediatamente desenvolvido um programa de estimulação visual, de forma integrada às demais funções: sensório-motoras, cognitivas, psicoafetivas e sociais. Assim, a criança será motivada a usar o resíduo visual com eficiência, garantindo futuramente a autonomia, independência e adequação social dela.

No filme "Ray", sobre Ray Charles, é impressionante a cena da mãe falando que ele, então com cerca de dez anos, vai ficar cego, mas que isso não deve impedi-lo de fazer nada. E ela começa incentivando-o a fechar os olhos para ir se acostumando, a usar as mãos e desenvolver os outros sentidos para saber orientar-se e agir.

* Com Lucila Cano

Fonte – UOL Educação

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Muito criativo o texto: Reciprocidade? Mas que reciprocidade o quê

User photo not available Friday, 06 November 09 - 02:52 PM (GMT -04:00)
By Master Santucci in Internet

Vá tomá no xingu: Neguinho fica falando de reciprocidade na internet, fazendo campanha contra a Usura e o escambau. Reciprocidade p#@* nenhuma! A verdade é que blogueiro grande não ajuda blogueiro pequeno! E essa Blogosfera é uma panelinha! A verdade é uma só: na blogosfera só tem Jacaré,  Gordo Nerd e Sedentário. Uma verdadeira Caixa Pretta, onde ninguém se salva

E por que da revolta, perguntaria você: simples! Raramente recebemos links por uma única razão: não temos zilhões de visitantes, não fechamos parcerias com sites de pu%#* e sexo, não pertencemos a um grande conglomerado internáutico! E isso tudo apesar dos maravilhosos posts que fazemos e da nossa modestia singular! Mas um dia isso vai mudar: e muito em breve! Aguardem!

Sem mais choro, nem vela, pois o Zina fumou a última que tínhamos aqui, vamos aos nossos links de fim de semana.    

Orkut: Quanto vale uma amizade?

E se Capitão Nascimento encontrasse Zina?

20% de gorjeta é roubo

Deus proíbe essas pessoas de ter Orkut

Bêbado no Jornal Hoje

Desenho no banheiro

Boas novas!Bem… apenas para mim!

100 fantasias sexys para Halloween

Super Pobre – o Super Heroi Brasileiro

Camisinhas nada convencionais

Fatalities Rejeitados pela produção do Mortal Kombat

Massagem exótica feita com cobras

Jiraya, Jaspion, Blosson! Gostas de uma nostaugia? Relembre aqui esses e outros seriados da sua infância!

Mensagem Subliminar - Os Beatles

Verdades sobre o cinto

Da série: Conselhos para toda a vida

Veja 18 fotos de halloween no começo do século realmente assustadoras

Genial: O cubo mágico agora é porta-condimentos

Hilário: This is Colgaaaaaaaaaaate!

Uma seleção imperdível com O Melhor do Twitter

Texto: Gordice no telhado

Curitiba em chamas, o que fazer?

AOE responde: Sou tímido e são elas que chegam em mim. E agora?

Atribuindo um novo sentido para NSFW

Mulheres se perguntam: Estamos preparadas para tanta sinceridade?

Descubra por que a vodka russa é uma das melhores do mundo

Tutorial: Como criar filhas honestas e decentes e não vagabundas e piriguetes em 10 passos

Saiba como são feitas as salsichas

Wow: Filme da Record poderá contar até com Matt Damon

Imagens do SEMA show 2009

Google Dashboard mostra “O que o Google sabe sobre você”

Enorme: O maior Mario Bros. do mundo

Imagem: Últimas palavras

Confira os uniformes mais ridículos do mundo

Engenhoca: Escute seus vizinhos com este aparelho

Vídeos:

10 coisas que você não deve fazer ao conhecer os pais da sua namorada

O piano feito de bolachas waffer

Gambiarra!

Cláudia Leitte briga com repórter do SBT

Mostrar é sexy?

Mais links? Passa no Ocioso

Fonte – Eramos6.com.br

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A valorização do professorado

User photo not available Monday, 02 November 09 - 05:19 PM (GMT -04:00)
By Master Santucci in Artigos

Uma semana após a aprovação do novo plano de remuneração dos profissionais de educação, pela Assembleia Legislativa, a Secretaria da Educação de São Paulo anunciou a data das primeiras provas de avaliação e de promoção de professores da rede estadual de ensino fundamental. A prova para os diretores e supervisores de colégios será realizada em 31 de janeiro. A prova para os professores de 1ª à 5ª séries foi marcada para 3 de fevereiro. E a dos docentes de 6ª à 9ª séries será aplicada no dia 4 do mesmo mês.

Votado em regime de urgência, o Programa de Valorização pelo Mérito prevê cinco faixas salariais para os educadores e determina que as promoções a partir de agora sejam determinadas por critérios de assiduidade, tempo de permanência na mesma escola e avaliação de desempenho, por meio de uma prova aplicada anualmente. Segundo a Secretaria da Educação, a qualidade do aprendizado dos alunos está ligada ao preparo dos docentes, à redução das faltas e à estabilidade das equipes escolares.

Pelo novo plano de remuneração do professorado, quem for promovido para uma faixa salarial terá de esperar três anos para poder concorrer a uma nova promoção. A cada ano poderão ser promovidos, no máximo, 20% dos professores. Esse porcentual foi estabelecido para adequar a elevação da folha de pagamento ao Orçamento do Estado de São Paulo. Atualmente, o governo paulista gasta cerca de R$ 700 milhões por ano com o pagamento de salários do professorado. Além da promoção por mérito, os professores continuarão recebendo o Bônus por Resultado, que paga até 2,9 salários extras por ano às equipes que superarem as metas de produtividade estipuladas pelo governo.

A Secretaria da Educação estima que, dentro de 25 anos, mais de 75% dos docentes da rede pública estadual estejam na última faixa salarial. Com isso, os professores poderão encerrar a carreira ganhando até R$ 6.720, salário equivalente ao de um professor doutor em regime de tempo integral e dedicação exclusiva na USP; os diretores de colégios poderão, na última faixa salarial, ganhar até R$ 7.100; e os supervisores, R$ 7.800. Ao todo, 220 mil docentes estão aptos a fazer a avaliação marcada para o início de 2010. São profissionais com pelo menos quatro anos de magistério na rede estadual. Os temporários, desde que tenham quatro anos de vínculo com o governo, também poderão concorrer.

Ao estabelecer o mérito como critério de promoção, o novo plano de remuneração do governo paulista tem por objetivo melhorar a qualidade da rede escolar estadual, estimulando o professorado a se aprimorar e a se qualificar. No entanto, os líderes sindicais do professorado, muitos deles vinculados ao PT, principal partido de oposição à gestão do governador José Serra, do PSDB, opuseram-se a essa mudança. Eles alegam que a Constituição de 88 consagra o princípio da isonomia salarial em cada categoria do funcionalismo público, motivo pelo qual todos os professores teriam direito a receber o mesmo salário. Eles também afirmam que, ao permitir a promoção anual de somente 20% dos docentes, a nova política seria injusta com os demais 80%, desmotivando-os. Os líderes da categoria reclamam ainda que os vencimentos estão defasados e pleiteiam um debate paritário entre dirigentes governamentais e sindicais sobre o futuro do magistério, com o objetivo de fazer na escola pública um "processo de humanização" ? o que quer que isso signifique.

"Com tantas alterações curriculares, mudanças de carga horária, não realização de concursos públicos e inúmeras mudanças de regras, como assegurar a permanência do professor por quatro anos na mesma escola? Como evitar faltas, se os professores estão adoecidos face às condições adversas em que trabalham, com salas superlotadas e jornadas extenuantes?", pergunta a presidente da Apeoesp, Maria Isabel Noronha, depois de afirmar que a atividade docente não pode ser "medida em termos de produtividade" e que "alunos não são produtos".

O que os críticos das mudanças introduzidas na política de remuneração do professorado paulista esquecem é que, onde não há a valorização do mérito nem a preocupação com ganhos de eficiência, não há aumento de qualidade na educação.

Fonte - Estadão Opinião

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Confira modelos de PCs com o novo Windows 7

User photo not available Monday, 02 November 09 - 04:40 PM (GMT -04:00)
By Master Santucci in Informática

RAFAEL CAPANEMA da Folha de S. Paulo

Fabricantes de computadores já vendem no Brasil máquinas com Windows 7, sistema operacional da Microsoft lançado oficialmente na semana passada.

Veja mais

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A educação arcaica em tempos modernos...

User photo not available Friday, 30 October 09 - 06:15 AM (GMT -04:00)
By Master Santucci in Educação

Sobre Alvin Toffler

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WDL - Biblioteca Digital Mundial

User photo not available Friday, 30 October 09 - 06:03 AM (GMT -04:00)
By Master Santucci in Dicas


Fim da DRU vai garantir R$ 9 bilhões a mais para a educação em 2011

User photo not available Friday, 30 October 09 - 05:35 AM (GMT -04:00)
By Master Santucci in Gestão Educacional

Da Agência Brasil

Com a aprovação pelo Senado ontem da proposta de emenda à Constituição que determina o fim da DRU (Desvinculação de Receitas da União) para a educação, a área terá R$ 9 bilhões a mais em seu orçamento de 2011. O montante representa 21% do orçamento da área em 2009, que foi de R$ 41 bilhões.

Para o presidente-executivo do Movimento Todos Pela Educação, Mozart Ramos, a aprovação da PEC foi uma "vitória da educação brasileira", já que o país "ainda investe pouco" na área. "Hoje o que é investido por ano em cada aluno é cerca de R$ 2 mil, o que representa metade do que os países vizinhos como o México, o Chile e a própria Argentina aplicam", comparou ele, que é membro do Conselho Nacional de Educação.

A União Nacional dos Estudantes divulgou nota "em comemoração" à aprovação do fim da DRU sobre a educação. A diretoria da entidade defende que os recursos sejam aplicados principalmente na democratização da universidade pública.

O mecanismo da DRU foi criado no Plano Real, em 1994, para desbloquear 20% das receitas da União que têm gasto obrigatório por lei. Assim, o governo garantiu uma margem para redirecionar dinheiro das contribuições sociais para outras áreas.

Com a aprovação do texto, em 2009 e 2010 serão descontados 12,5% e 5%, respectivamente. Em 2011, não haverá incidência da DRU na educação.

Além de garantir mais recursos para a educação, a PEC aprovada ontem também amplia a obrigatoriedade do ensino, passando a incluir a pré-escola e o ensino médio. Hoje apenas o ensino fundamental (dos 7 aos 14 anos) é obrigatório. O texto prevê que essa ampliação ocorra de forma gradual até 2016.

"O dia de ontem foi histórico porque tratou de duas coisas muito importantes para a qualidade: o financiamento e a universalização da educação básica em todas as suas etapas", aponta Mozart.

Ele defende que os recursos extras que virão com o fim da DRU sejam aplicados justamente na ampliação das matrículas na pré-escola e no ensino médio. "Não adianta ampliar a oferta sem qualidade, e um dos pré-requisitos é ter um financiamento adequado", afirmou.

Amanda Cieglinski

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Estudo ainda é fator de estabilidade profissional?

geography8.gif Thursday, 22 October 09 - 04:27 PM (GMT -04:00)
By Master Santucci in Cotidiano

Com inscrições abertas desde o dia 7, o concurso público para a seleção de 1.400 garis para a cidade do Rio já atraiu 45 candidatos com doutorado, 22 com mestrado, 1.026 com nível superior completo e 3.180 com superior incompleto, segundo a Comlurb (Companhia Municipal de Limpeza Urbana).

Para participar do concurso, basta ter concluído a quarta série do ensino fundamental. As inscrições terminam amanhã.

*As informações são da Folha Online.

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Entidades prometem "guerra política" após aprovação de projeto de reajuste para professor

User photo not available Wednesday, 21 October 09 - 08:21 PM (GMT -04:00)
By Master Santucci in Gestão Educacional

ANDRÉ MONTEIRO da Folha Online

Professores paulistas prometem uma "guerra política" após a aprovação, nesta madrugada, de projeto do governo de São Paulo que prevê reajuste salarial de 25% aos professores da rede estadual mais bem avaliados em uma prova de conhecimentos.

"Isso não vai ficar assim não, sentimos o rolo compressor da Assembleia, mas eles vão sentir o rolo compressor da categoria. Todos os deputados que votaram "sim" serão exibidos em cartazes. Vai começar uma guerra politica mesmo, vão pagar o preço de não terem respeitado os educadores."

A afirmação é de Maria Izabel Noronha, presidente da Apeoesp (sindicato dos professores do Estado), que avalia que o projeto exclui cerca de 80% dos professores da rede estadual.

O projeto cria cinco faixas salariais. A cada avanço, o docente terá aumento de 25%. Por ano, até 20% dos docentes em cada patamar terão o reajuste. O número dependerá da disponibilidade orçamentária. Além da prova, também contará o número de faltas dos docentes e o tempo de permanência na mesma escola. Receberão o aumento os mais bem avaliados nos exames (haverá nota de corte para a ascensão).

Noronha afirma que o projeto não respeitou lei que determina que qualquer projeto sobre salários passe por uma comissão de gestão da carreira (lei 836/07). Ela também acredita que o projeto do governo fere a isonomia salarial, prevista na Constituição.

José Maria Cancelliero, presidente do CPP (Centro do Professorado Paulista), avalia de forma semelhante a aprovação.

"Os deputados votaram na calada da noite, quando quase não havia público. O projeto pulou degraus. Mas vamos até o fim para barrar a lei."

Segundo Noronha, a Apeoesp já entrou com ação na Justiça alegando o não cumprimento da lei estadual, e o setor jurídico do sindicato prepara uma Adin (ação direta de inconstitucionalidade) a ser apresentada no STF (Supremo Tribunal Federal).

Para Cancelliero, a aprovação do projeto "é um descaso total do governo com o magistério. Eles não respeitam os professores, sequer ouvem as entidades".

Com FÁBIO TAKAHASHI, da Folha de S.Paulo

Aprovado projeto de reajuste aos professores bem avaliados

Gilberto Dimenstein: É um bom estímulo ao professor

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