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Lula sanciona lei que torna música aula obrigatória

geography8.gif Tuesday, 19 August 08 - 10:12 PM (GMT -04:00)
By João Santucci in Notícias - Educação

da Folha de S.Paulo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou ontem projeto de lei, aprovado na semana passada pela Câmara dos Deputados, que torna obrigatório o ensino de música dentro da área de artes em todas as escolas do país.

A Casa Civil informou que Lula vetou o artigo que previa que os professores tivessem formação específica na área. O texto da lei deve ser publicado na edição de hoje do "Diário Oficial" da União.

O Ministério da Educação tem posicionamento favorável à proposta, segundo Marcelo Soares Pereira da Silva, diretor de Concepções e Orientações Curriculares para a Educação Básica da pasta.

De acordo com Silva, a lei vale para os ensinos fundamental e médio, mas as definições sobre em quantos anos o ensino de música será ministrado e com que periodicidade vão caber aos conselhos estaduais e municipais de Educação, em parceria com os governos locais.

Proposta pela senadora Roseana Sarney (PMDB-MA), a obrigatoriedade do ensino de música foi defendida por artistas como Francis Hime e Daniela Mercury, em audiência com o ministro Fernando Haddad (Educação).

"A música é estratégica para o desenvolvimento da sociabilidade e tem uma enorme força de transdisciplinaridade", diz o compositor Felipe Radicetti. Ele cita estudos que mostram que o ensino de música tem impacto no aprendizado de disciplinas como matemática.

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Sai o gabarito da prova para secretário em São Paulo

geography8.gif Tuesday, 19 August 08 - 10:06 PM (GMT -04:00)
By João Santucci in Notícias - Educação

Sai o gabarito da prova para secretário em São Paulo

Da Redação Em São Paulo

Gabarito da prova objetiva

Formulário para recursos

Saiu o gabarito do exame objetivo do concurso para 2.545 vagas de secretário para as escolas estaduais de São Paulo. As provas ocorreram no domingo (17).

Estavam inscritos na seleção 156.860 candidatos

Pela manhã, a prova foi objetiva, com 80 questões: 25 de língua portuguesa, 25 de matemática, 15 de informática e 15 de legislação. Na parte dissertativa, aplicada à tarde, houve quatro questões.

Os recursos podem ser feitos nesta terça (19) e na quarta (20). O número de candidatos faltosos não foi divulgado.

As informações foram fornecidas pela Secretaria de Estado da Educação de São Paulo e pelo Instituto Cetro. É recomendável confirmar datas e horários para se prevenir de alterações posteriores à publicação deste texto. Outros dados podem ser obtidos no site do Instituto.

Fonte – UOL Educação

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Municípios podem aderir a programa de formação

geography8.gif Tuesday, 19 August 08 - 10:03 PM (GMT -04:00)
By João Santucci in Notícias - Educação

A Secretaria de Educação Básica (SEB) apresenta nesta quarta-feira, em Brasília, o Programa de Formação Continuada de Professores do Ensino Fundamental em Língua Portuguesa e Matemática (Gestar).

Criado em 2001, o programa era dirigido às redes de ensino das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. A partir de agora, pode receber a adesão das redes de todo o país. O programa será apresentado aos dirigentes municipais das capitais e das cidades com mais de 163 mil habitantes.

No encontro, técnicos da SEB farão um histórico do Gestar e apresentarão as metodologias e os conteúdos ministrados em língua portuguesa e matemática.

As secretarias estaduais de educação da Bahia e de Tocantins farão relatos de suas experiências com o programa. A ficha de adesão dos municípios pode ser preenchida durante o encontro.

O Gestar é um programa de formação continuada, na modalidade semipresencial. De 2001 a 2003, atuou na formação de professores dos anos iniciais do ensino fundamental - primeiro ao quinto.

Em 2004, a formação estendeu-se aos professores das séries finais - sexta à nona. Da criação até o fim de 2007, o programa foi coordenado pelo Fundo de Fortalecimento da Escola (Fundescola).

Este ano, passou a integrar o sistema nacional de formação de profissionais da educação básica e o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) e foi estendido às redes de ensino fundamental público de todo o país, sob a coordenação da SEB.

Agência Brasil

 

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Enem: liberada consulta ao local da prova

geography8.gif Tuesday, 19 August 08 - 09:19 PM (GMT -04:00)
By João Santucci in Dicas

Está disponível a consulta aos locais de aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio, Enem 2008, na página www.enem.inep.gov.br/consulta. Não será permitida a mudança do local de prova. A prova será aplicada no dia 31 de agosto, às 13 horas (horário de Brasília) e terá duração de cinco horas.

» Consulte o local da prova (Site da instituição)

» Veja dicas para a reta final do Enem

Os inscritos também receberão em casa o cartão de confirmação de inscrição com o local, data e hora da prova. No cartão constará o número de inscrição, a senha de acesso aos resultados individuais, o formulário do questionário socioeconômico e o Manual do Inscrito do Enem 2008. Este manual também está disponível na página eletrônica do Inep.

Além da consulta pela Internet e do recebimento do Cartão de Confirmação em casa, o participante tem alternativas para saber qual será seu local de prova: aqueles que se inscreveram pelos Correios, que são os que concluíram o Ensino Médio em anos anteriores, devem procurar a agência onde fizeram a inscrição.

Já os que estão concluindo o Ensino Médio este ano poderão saber de seu local de prova na própria escola em que estiverem matriculados ou entrar contato com o programa Fala, Brasil, do Ministério da Educação, pelo telefone 0800 61 61 61.

Quanto ao questionário socioeconômico, que deve ser respondido por todos os participantes do Enem, aqueles que não receberem o formulário em casa devem solicitá-lo, no dia da prova, ao fiscal de sua sala. Esse formulário deverá ser levado para casa, preenchido e enviado pelos Correios para o Inep. O formulário será entregue ao participante em envelope endereçado e selado.

Fonte – Terra Educação

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UERJ promove Congresso Nacional de Lingüística

geography8.gif Monday, 18 August 08 - 09:58 PM (GMT -04:00)
By João Santucci in Dicas

O Instituto de Letras da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) está com as inscrições abertas para o XII Congresso Nacional de Lingüística e Filologia. O evento acontecerá de 25 a 29 de agosto, na capital fluminense. 

Na ocasião, serão discutidos temas como: Filologia e crítica literária; Retórica, estilística e língua literária; Sociolingüística, dialetologia e geografia lingüística; Política lingüística e ensino de língua e literatura; Tradução e Ensino de Línguas Estrangeiras; entre outros.

Mais informações no site www.filologia.org.br/xiicnlf.

Fonte – Portal Aprendiz

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Proteção dos mares é mínima no Brasil

geography8.gif Monday, 18 August 08 - 09:43 PM (GMT -04:00)
By João Santucci in Meio Ambiente e Sustentabilidade

AFRA BALAZINA da Folha de S.Paulo

Ao comer cação, badejo e camarão-sete-barbas, os brasileiros estão, sem saber, consumindo animais aquáticos ameaçados de extinção ou que sofrem com o excesso de pesca no Brasil. De acordo com o governo federal, 80% dos recursos explorados pela pesca marinha sofrem com sobrepesca, estão ameaçados ou em processo de recuperação.

Apesar disso, somente 0,4% dos mares brasileiros são protegidos em unidades de conservação federais. Incluindo as reservas estaduais, a porcentagem sobe para 0,8%. A realidade internacional não é muito diferente: há cerca de 1% de mares protegidos no globo.

Em vista disso, o Greenpeace inicia na próxima semana uma campanha para proteger os oceanos no país. A entidade defende que as áreas protegidas subam para 40% no mundo e que o Brasil faça a sua parte.

Marcelo Furtado, diretor-executivo do Greenpeace, afirma que a ONG pressionará pela criação de uma Política Nacional de Oceanos que priorize a proteção de áreas marinhas e o combate à perda de biodiversidade. Para ele, a pesca predatória pode ser comparada ao desmatamento. E, assim como em relação à madeira, diz que é preciso saber a quantidade de peixes que podem ser retirados e em que época.

O Ministério do Meio Ambiente reconhece o problema. "As áreas marinhas estão entre as mais ameaçadas e as menos protegidas, então é uma prioridade grande. Há cada vez mais gente no litoral, mais navegação, mais pesca predatória. É razoável que tenhamos uma meta a ser alcançada", disse à Folha o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente).

Mas a meta do ministro é bem mais modesta que a da ONG: ele considera ideal ampliar a proteção para 10% dos mares -o que deve levar mais de uma gestão para ocorrer. Para isso, podem ser usados recursos de compensação por dano ambiental. Há cerca de R$ 500 milhões que podem ser aplicados em proteção de áreas em terra e no mar.

Plantar peixe

O ministro ressalta, porém, que não adianta apenas implantar novas áreas - é necessário dar estrutura e pessoal às que já existem. E afirma que, se o país quer aumentar a produção de peixe, não pode contar só com o oceano. Deve investir mais em "fazendas aquáticas" e piscicultura, por exemplo.

O Ministério da Pesca concorda que as áreas protegidas são importante ferramenta para garantir a recuperação dos ecossistemas marinhos e manutenção dos estoques pesqueiros. No entanto, considera que "a implantação de áreas de exclusão de pesca tem rebate importante nas atividades dos pescadores artesanais". Por isso, defende que a implantação seja discutida amplamente.

Exemplo

Na próxima terça, o Greenpeace lançará um vídeo e um relatório sobre o panorama dos mares brasileiros. Para compor o material, foram ouvidos integrantes do governo e pesquisadores de universidades.

Além de apontar os desafios, o Greenpeace ressalta como positiva a idéia do governo de São Paulo, anunciada em abril, de criar três grandes áreas de proteção marinhas no Estado. Essas regiões ficarão protegidas da pesca predatória com barcos industriais.

"É uma iniciativa importante que pode criar precedente. A Bahia, por exemplo, não está batendo o pé pela proteção [do banco de corais] de Abrolhos", disse Furtado.

A medida, porém, assustou pescadores. Segundo o secretário estadual Xico Graziano (Meio Ambiente), "houve uma reação muito forte porque as colônias de pescadores acharam que ia ser proibido todo tipo de pesca". Para contornar a polêmica, foi feita uma nova versão do decreto.

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Fazer lição de casa pode se tornar agradável

geography8.gif Monday, 18 August 08 - 09:41 PM (GMT -04:00)
By João Santucci in Interdisciplinar

Fim de férias, novo semestre, é hora de retomar a rotina escolar. Mas, à simples menção das palavras 'lição de casa', a cara fecha, os braços se cruzam, e começa a birra. Essa é uma cena comum: para muitas crianças - e muitos pais também - a hora da lição é um tormento.

Pode até ser comum, mas não é o normal. Se a criança tem aversão à lição de casa, e fazê-la cumprir as obrigações escolares é tarefa penosa para os pais, alguma coisa certamente está errada, seja na rotina da criança ou mesmo nos métodos adotados pela professora em sala de aula. "Apesar de obrigatório, fazer a lição de casa deve ser um momento agradável", afirma a psicopedagoga Ana Cássia Maturano.

Através das atividades em casa, os pequenos podem, além de fixar o conteúdo aprendido em sala de aula, desenvolver noções de responsabilidade e organização. Por isso, antes de qualquer coisa, é necessário que os pais estabeleçam junto aos filhos uma rotina que dedique tempo tanto para o lazer quanto para as obrigações escolares.

"Estipular um horário para as lições é essencial", expõe a psicóloga Maria Rocha, diretora pedagógica de uma escola de educação infantil. "Para isso, é preciso estar atento ao ritmo da criança. Se ela estuda de manhã, o melhor horário para as lições é durante a tarde, depois de algum tempo de descanso".

Vale ressaltar ainda que a obrigação deve preceder a diversão. Além de funcionar como uma espécie de 'prêmio', a missão de tirar a criança de uma atividade prazerosa para fazer o dever é difícil e pode causar atritos desnecessários.

A opinião da criança sobre qual seria o melhor horário é importante, porque, segundo Ana Cássia, "quando ela participa das decisões, fica mais fácil, diante do não cumprimento, os pais cobrarem. O comprometimento é maior e não poderão dizer que são os pais que querem assim".

Uma vez estabelecido o horário, a criança deverá cumpri-lo obrigatoriamente. Neste momento, cabe aos pais apenas a supervisão. Em caso de dúvidas, podem ajudar através de 'dicas', mas nunca fazer a lição no lugar da criança. "Os pais que se informam sobre o conteúdo dado em sala de aula podem aplicá-lo ao cotidiano da criança para ajudar na fixação", sugere Maria. "Mas não devem, nunca, encobrir o pequeno: se a tarefa não foi feita, não podem incentivá-lo a inventar desculpas para a professora, por exemplo."

Entretanto, Maria alerta, se a criança tem apresentado muitas dificuldades no momento do dever de casa, os pais precisam voltar suas atenções para os métodos da escola. "A aprendizagem é função da escola. Se os pais precisam ensinar à criança tudo o que ela supostamente aprendeu em sala de aula, há alguma coisa errada".

As lições devem estar de acordo com o grau de compreensão da criança e, uma vez que "a carga horária na escola é pesada, não deve ser estendida em demasia dentro de casa", afirma Ana Cássia. "De todo modo, estudar é uma obrigação da criança e um hábito a ser desenvolvido". Inicialmente, é recomendável que ela dedique de 10 a 15 minutos para a realização do dever, segundo Maria Rocha.

O recomendável às escolas é que a quantidade de deveres aumente gradativamente conforme a idade. Um bom modelo é o apresentado pela escola Escola de Educação Infantil Ápice, em São Paulo: aos quatro anos, é dada uma lição de casa por semana, baseada em pesquisas. Aos cinco, a criança tem lições duas vezes por semana, já com conteúdo de matemática, português etc. A partir dos seis anos, esse número aumenta para quatro. "O importante é que a criança desenvolva uma relação positiva com a lição de casa e até goste de fazê-la", finaliza Maria que trabalha na escola.

Fonte - Terra Educação

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O Google se transformou em uma empresa de mídia?

geography8.gif Monday, 18 August 08 - 09:38 PM (GMT -04:00)
By João Santucci in Internet

Crescimento de sites de conteúdo do Google gera temores no mercado sobre rivalidade com a companhia

Miguel Helft, do The New York Times

SAN FRANCISCO - Digite "buttermilk pancakes" (algo como panquecas feitas com leite de manteiga) no Google, e entre os três ou quatro primeiros resultados você vai encontrar um endereço para uma receita completa com uma foto de uma deliciosa pilha de panquecas de um site chamado Knol, que pertence ao Google.

O Google vislumbra o Knol como um lugar em que especialistas podem compartilhar seu conhecimento sobre uma variedade de tópicos. A companhia espera criar uma espécie de enciclopédia online construída a partir da contribuição de diversos indivíduos. Porém, enquanto a Wikipedia é editada coletivamente e não possui anúncios, aqueles que contribuírem com o Knol assinam seu artigos e detém o controle da edição do conteúdo. Eles podem optar por colocar anúncios, vendidos pelo Google, em suas páginas.

Enquanto o Knol tem apenas três semanas de idade e ainda é relativamente pouco conhecido, ele já gerou temores entre algumas companhias de mídia de que o Google está cada vez mais se tornando um competidor. Eles prevêem que o Google vá se tornar um poderoso rival que não apenas possui um número crescente de sites de conteúdo - incluindo o YouTube, o maior site de vídeos online, e o Blogger, líder no serviço de blogs - mas também possui a capacidade de direcionar usuários pela web.

"Se, de fato, uma propriedade do Google está tirando dinheiro dos parceiros da companhia, isso é um problema real", disse Wenda Harris Millard, vice-chefe-executiva da Martha Stewart Living Omnimedia. 

O dinheiro, claro, está bastante em questão. Quanto mais para baixo um site aparece em resultados de busca, menos tráfego de usuários ele recebe das ferramentas de pesquisa. Com uma audiência menor, o site ganha menos dinheiro com publicidade. 

Apesar de a receita de panquecas da Martha Stewart aparecer abaixo da do Knol no Google, Wenda não acredita que o Google favoreça injustamente as páginas do Knol. Mas ela afirmou que o papel duplo do Google como ferramenta de busca e sites de conteúdo levanta uma questão de percepção. "A questão na mente das pessoas é quão imparcial pode ser o Google enquanto continua a crescer", disse. 

O Google sempre afirmou que nunca comprometerá a objetividade de seus resultados de busca. Além disso, disse que trata as páginas do Knol como qualquer outra na web. "Quando você vê as páginas do Knol nos primeiros resultados da busca, elas estão lá porque ganharam essa posição", disse Gabriel Stricker, porta-voz da companhia. 

Há poucas evidências de que o Knol recebeu tratamento favorável. Muitas das páginas do site que aparecem nos primeiros resultados no Google também aparecem em alta no Yahoo. (As panquecas do Knol? Número 4 na busca do Yahoo). 

O Google vem insistindo há tempos que não tem planos para possuir ou criar conteúdo, e que é amigo, e não rival, das empresas de mídia. A ferramenta de busca do Google envia inúmeros usuários para as portas digitais de milhares de companhias de mídia, muitas das quais depende de fato do Google para colocar anúncios em seus sites. "Nossa visão continua sendo de ser os melhores condutores que podemos ser, conectando pessoas entre o que quer que seja sua pesquisa e a resposta para o que elas procuram", disse Stricker. "Por essa razão, nós não estamos interessados em possuir ou criar conteúdo." 

O Knol é apenas uma ferramenta para que os outros criem e publiquem informações, e, uma vez que o fizerem, disse Stricker, "nosso trabalho é organizar essa informação". O Google não possui copyrights para o conteúdo do Knol, e esse site não levará o logo do Google, afirmou.

O Knol não é a primeira iniciativa do Google para hospedar conteúdo. A companhia possui há muito tempo o Blogger, um dos mais populares serviços de blogs. Ela está digitalizando milhões de livros, que disponibiliza através de seu serviço de busca. A empresa também possui os arquivos do Usenet, uma popular coleção on-line de fóruns de discussão que precedem a internet. Além disso, o Google também carrega algumas notícias da Associated Press no Google News, e publica informações dos mercados financeiros através do Google Finance. E, claro, o Google possuiu o YouTube, um dos maiores sites de mídia da web. 

Os críticos dizem que cada nova iniciativa do Google nessa área levanta mais dúvidas sobre as alegações da companhia de que não é uma empresa de mídia. " O Google pode dizer que não está no mercado de conteúdo, mas se eles estão pagando as pessoas e distribuindo e arquivando seu trabalho, está ficando mais difícil de acreditar", disse Jason Calacanis, chefe-executivo da Mahalo, uma ferramenta de busca que depende de editores para criar páginas sobre uma variedade de conteúdos. "Eles estão competindo por talento, por publicidade e por usuários" com os sites de conteúdo, disse.

Outras companhias de mídia, como a WebMD, já começaram a postar seu conteúdo no Knol. "Nós participamos do Knol como um teste, assim como fizemos com outras ofertas similares", disse Jennifer Newman, uma porta-voz da WebMD, por e-mail.

Wenda, da Martha Stewart, afirmou que chegou a considerar postar conteúdo no Knol, mas decidiu não fazê-lo. "Você vai continuar construindo os negócios deles se fizer isso, ao invés de construir o seu próprio", disse.

Fonte – Estadão Tecnologia

 

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O ''jabá'' da UNE

geography8.gif Monday, 18 August 08 - 09:35 PM (GMT -04:00)
By João Santucci in Artigos

Se ainda restavam dúvidas sobre a conversão da União Nacional dos Estudantes (UNE) em força política auxiliar do governo, elas foram desfeitas pela decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de enviar ao Congresso um projeto que autoriza a União a indenizar a entidade pela demolição de sua sede, que ficava no número 132 da Praia do Flamengo, no Rio de Janeiro, durante a ditadura.

Na década de 60, a UNE foi um dos principais focos de resistência à ditadura militar. Em abril de 1964, quando a entidade era presidida pelo governador de São Paulo, José Serra, militares invadiram o prédio e o incendiaram, após agredir os estudantes que nele se encontravam. Dezesseis anos depois, o que restou das instalações foi demolido por ordem do então presidente João Figueiredo e no local fez-se um estacionamento.

Há anos, a UNE conta com um projeto de reconstrução de sua sede desenhado por Oscar Niemeyer, com um custo estimado em R$ 30 milhões. Em seu discurso, Lula prometeu ajuda financeira para a realização desse projeto. Mas, como o governo não pode transferir dinheiro do contribuinte para uma entidade que não é pública, ele recorreu ao expediente jurídico da "indenização". A mensagem que o Executivo enviará ao Congresso fixará o valor da reparação, que será usado para custear a obra.

"Não quero culpar uma ou outra pessoa, quero culpar o Estado brasileiro, do qual hoje sou o presidente da República. A UNE, por tudo que fez neste país, por tudo o que significou na luta pela democracia, jamais deveria ter sido destruída. Ela deveria ser sempre enaltecida", disse Lula, após uma confusa peroração sobre "vilões" e "heróis" na vida política brasileira, destinada a pôr água na fervura da polêmica sobre a Lei da Anistia. Na ocasião, ele também deu a entender que, se os dirigentes da UNE apresentarem ao governo algum tipo de projeto de natureza "social", ela poderá receber recursos de instituições financeiras oficiais a título de prestação de serviços.

No mesmo dia em que o presidente fez essa afirmação, o Ministério da Saúde assinou um convênio no valor de R$ 2,8 milhões para o projeto "Caravana da UNE". Trata-se de um ônibus que percorrerá todo o País para "discutir" temas de saúde, educação e cultura em 41 universidades.

Convênios desse tipo ilustram a estratégia que tem sido utilizada pelo governo para financiar ONGs vinculadas ao PT e entidades pseudofilantrópicas mantidas por centrais sindicais. Essa é uma forma de distribuição de dinheiro público para fazer política, o que levou o Senado a instalar no ano passado uma CPI para investigar esses gastos.

Desde a ascensão de Lula ao poder, em 2003, a UNE vem atuando como entidade chapa branca do governo. Entre 2004 e 2005, ela foi utilizada para mobilizar apoio para o polêmico projeto de reforma universitária elaborado pelo Ministério da Educação, que se encontra engavetado. Em troca, a UNE é beneficiada por convênios e outras benesses, como o monopólio na expedição de carteiras de estudante, o que rende uma vultosa receita para a entidade, há muito tempo controlada pelo PC do B, graças ao desinteresse da maioria dos universitários pela UNE.

Não é por acaso que antigos líderes estudantis estão criticando a entidade, acusando-a de ter se desfigurado por suas notórias vinculações com o governo. "A UNE não é exatamente o que foi no passado. Antigamente, era uma oposição intransigente. Hoje, ela não se manifesta muito, sobretudo nos momentos que envolvem alguma luta política em Brasília", diz, por exemplo, o deputado Fernando Gabeira. "A UNE teve uma posição muito branda, quase inexistente, no caso do senador Renan Calheiros. Isso mostra que ela perdeu um pouco daquele impulso que tinha no passado."

Na mesma solenidade em que Lula discursou, a presidente da UNE, Lúcia Stumpf, afirmou que a entidade representa "o simbolismo de resistência contra a ditadura". Desde que antigos opositores do regime militar passaram a receber generosas compensações financeiras do Estado por sua militância política, esse tipo de argumento se desmoralizou.

Fonte – Estadão Opinião

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Ensino religioso continua obrigatório na rede pública

geography8.gif Monday, 18 August 08 - 09:32 PM (GMT -04:00)
By João Santucci in Notícias - Educação

Determinação é prevista na Constituição, mas aluno pode optar ou não por freqüentar aula

Agência Estado

SÃO PAULO - Enquanto escolas particulares têm garantida a liberdade de oferecer ou não ensino religioso, a rede pública se vê obrigada a incluir a disciplina no currículo do ensino fundamental. A determinação é prevista na Constituição Federal de 1988, que obriga a oferta por parte do Estado e garante ao aluno a opção de freqüentar ou não essas aulas.

Resultados preliminares de estudo feito pela ONG Ação Educativa em 26 Estados brasileiros, que será apresentado na terça-feira, 19, em seminário em São Paulo, apontam os problemas da contradição de um Estado laico (sem religião oficial) ainda financiar esse tipo de ensino em suas escolas públicas.

Segundo Salomão Ximenes, advogado da ONG, o problema é que a mesma constituição que traduz o Brasil em um Estado laico prevê ensino religioso na escola pública e financiamento do governo às instituições religiosas. "A presença do ensino religioso, além de contrariar a laicidade do Estado, dá margem a toda problemática das diferentes regulamentações", avalia. De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação de 1996, os municípios e Estados são responsáveis por determinar as normas do ensino religioso nas suas redes de ensino.

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Concurso premia boas práticas de professores em sala de aula

geography8.gif Monday, 18 August 08 - 09:29 PM (GMT -04:00)
By João Santucci in Na Sala de Aula

Da Agência Brasil

Brasília - Já estão abertas as inscrições para a terceira edição do prêmio Professores do Brasil, do MEC (Ministério da Educação), para selecionar experiências bem-sucedidas em educação.

São quatro categorias correspondentes às etapas da educação básica: educação infantil, anos iniciais e finais do ensino fundamental e ensino médio.

Segundo o MEC, o objetivo é valorizar os professores que desenvolvem em sala de aula práticas pedagógicas inovadoras. Os interessados devem se inscrever até 24 de outubro. O professor deve enviar ao MEC via Correios a documentação exigida no edital, além do relato da experiência. A lista dos documentos está disponível no site do ministério.

Podem participar apenas professores da educação básica da rede pública e das instituições educacionais comunitárias, filantrópicas e confessionais conveniadas ao sistema público de ensino. A seleção e avaliação das práticas será feita até 14 de novembro.

Os vencedores em cada categoria ganharão prêmio de R$ 5 mil, além de troféu e certificado. As escolas onde foram desenvolvidas as experiências receberão R$ 2 mil para aquisição de equipamentos audiovisuais ou multimídia.

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Alunos de SP usam celulares para gravar e divulgar violência

geography8.gif Monday, 18 August 08 - 09:27 PM (GMT -04:00)
By João Santucci in Na Sala de Aula

LETICIA DE CASTRO da Folha de S.Paulo

As escolas vetaram e o governo proibiu. Mas todo esse esforço não é suficiente para banir de vez os celulares das escolas. Seja para gravar vídeos, ouvir música ou passar cola, os adolescentes driblam a atenção dos professores e continuam usando o aparelho em plena sala de aula.

A nova mania é filmar brigas e outras "brincadeiras" violentas e constrangedoras, como tapões na cara e montinhos (quando um garoto é derrubado no chão e um grupo se joga em cima dele), e depois distribuir as imagens por bluetooth ou MSN para a turma e ainda jogar o vídeo no YouTube.

Em uma tradicional escola particular de São Paulo, a moda ganhou um nome: "cinco minutos sem perder a amizade".

"É quando um amigo desafia o outro para uma briga de cinco minutos. A idéia é ver quem chora e desiste primeiro", conta André, 16, aluno do segundo ano do ensino médio.

A briga, registrada com a câmera do celular, tem direito a golpes violentos, socos e até chutes. Mas, segundo o garoto, só acontece entre amigos e tudo é levado na "brincadeira".

Graças a essa "brincadeira", na escola dele, um aluno já quebrou um osso da mão e outro machucou o tendão. "Sangrar e ficar com hematomas é comum. Mas a gente também se machuca no futebol, fazer o quê?", diz o garoto, que exibe cicatrizes nos braços, frutos de lutas com os amigos na escola.

Assim como gosta de brigar, André também curte assistir aos vídeos das brigas dos amigos. Para os garotos, quanto mais violento, melhor o vídeo. "É a nossa versão do "vale-tudo" da TV", afirma Gustavo, amigo de André e praticante.

A poucos quarteirões de distância, em outra escola particular, outro tipo de cena é registrada com o celular: em plena sala de aula, enquanto a professora escreve na lousa, um aluno pega outro desprevenido e lhe desfere um forte tapa na nuca, enquanto os colegas ao lado caem na gargalhada.

"Na hora eu rachei o bico, mas depois senti remorso porque o garoto que apanhou era meu amigo e me olhou com uma cara de decepção", confessa João, 16, autor do vídeo.

Ele diz que, entre os colegas, o tapão também é encarado como brincadeira, mas reconhece que, para quem é agredido, é uma humilhação. "Ninguém quer ser o alvo desse tipo de brincadeira", reflete. Apesar de o vídeo ter sido gravado durante uma aula, João afirma que os professores não perceberam o que estava acontecendo.

De verdade

Mas nem todos os vídeos de brigas no YouTube são mera brincadeira entre amigos. Na Europa e nos EUA, um fenômeno parecido já preocupa autoridades. Apelidado "happy slapping" (tapa feliz), consiste na agressão de um jovem a outro, que é pego desprevenido, enquanto um dos amigos do agressor filma tudo pela câmera de um celular e depois distribui na internet.

"Quando a violência física é filmada e reproduzida, a dor e o sofrimento do agredido são aumentados porque são compartilhados com milhões de pessoas. O impacto na vida das vítimas é tremendo", afirma Jorge Werthein, diretor-executivo da Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana (Ritla), organização internacional que possui um observatório de violência na internet. No Brasil, não há registros oficiais nem pesquisas sobre casos de "happy slapping".

Apesar de haver inúmeros vídeos de brigas entre adolescentes no YouTube, é difícil distinguir quais foram feitos com o consentimento dos envolvidos e quais são casos de pura agressão deliberada.

"Não há uma cultura de denúncia aqui, por isso fica difícil quantificar casos desse tipo", diz a pedagoga Cleo Fante, vice-presidente do Centro Multidisciplinar de Estudos e Orientação sobre o Bullying Escolar.

"O tema da violência nas escolas não está na agenda da educação no Brasil nem na América Latina. Ainda não se percebe a importância e o impacto desse tipo de violência pelos meios eletrônicos", completa Jorge Werthein.

Limites

Para os educadores, é difícil estabelecer o limite entre brincadeira e agressão. "Existe uma sociedade mais agressiva. Há uma banalização da violência. Você agride o seu amigo, tira sangue e continua sendo uma brincadeira? É questionável", afirma Silvana Leporace, coordenadora do serviço de orientação educacional do colégio Dante Alighieri, em São Paulo.

Para além da violência física, o uso das novas tecnologias para agressões veladas e humilhações, o chamado ciberbullying, também preocupa estudiosos.

"Os alunos agem na internet como na vida real, sem perceber que é outro meio, com uma permanência maior", afirma Cristiana Assumpção, coordenadora de tecnologia na educação do colégio Bandeirantes.
"A gente tenta orientar, mas eles acabam divulgando informações pessoais sem avaliar os riscos", observa Cristiana.

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Professores do Texas poderão usar arma na aula

geography8.gif Monday, 18 August 08 - 09:21 PM (GMT -04:00)
By João Santucci in Na Sala de Aula

Lápis, canetas, cadernos e agora também pistolas. A partir do próximo ano letivo, os professores do distrito de Harrold, no estado americano do Texas, serão autorizados a andar armados dentro da escola. Segundo o diretor de Educação David Thweatt, a medida visa proteger alunos, professores e funcionários em caso de ataque armado contra os estabelecimentos de ensino.

O porte de armas nos estabelecimentos de ensino dos Estados Unidos foi proibido pelo Congresso, uma decisão, entretanto, contrariada pelo Supremo Tribunal. Cada Estado pode, assim, decidir que legislação aplica. No caso do Texas, o governo estadual proíbe o uso de armas, sem pedir o consentimento das escolas.

A decisão dos responsáveis pelo distrito de Harrold foi aprovada por unanimidade e não recebeu qualquer objeção por parte dos pais dos alunos. "Estamos perante uma situação de emergência. Temos câmaras, mas a questão é: 'E se alguém entra na escola armado? O que vamos fazer?'", interrogou-se Thweatt. A autorização do uso de armas nas escolas já fora pedida por alguns responsáveis pela gestão de estabelecimentos de ensino.

Texto adaptado da agência Diário de Notícias – Portugal

Fonte – Portal Aprendiz

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Crise de 1929 - Um período de instabilidade do capitalismo

geography8.gif Sunday, 17 August 08 - 08:59 AM (GMT -04:00)
By João Santucci in História

Crise de 1929, queda do índice geral da bolsa de Nova York em 1929. Em 1927, após um período de fortes investimentos no estrangeiro e com uma economia crescente, os financistas norte-americanos que operavam em Wall Street centraram-se no mercado interno. Quanto mais compravam, maior era a subida dos preços, o que atraía mais investimentos. Em 24 de outubro de 1929, conhecido como “quinta-feira negra”, iniciou-se um forte movimento vendedor, que produziu o colapso das cotações na referida bolsa. Embora muitos analistas pensassem, no princípio, que se tratava de um ajuste passageiro do mercado, o crack de Wall Street marcou o início da Grande Depressão, assentando as bases para a criação do Ne