Muito criativo o texto: Reciprocidade? Mas que reciprocidade o quê
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Friday, 06 November 09 - 02:52 PM (GMT -04:00) By Master Santucci in Internet |
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Vá tomá no xingu: Neguinho fica falando de reciprocidade na internet, fazendo campanha contra a Usura e o escambau. Reciprocidade p#@* nenhuma! A verdade é que blogueiro grande não ajuda blogueiro pequeno! E essa Blogosfera é uma panelinha! A verdade é uma só: na blogosfera só tem Jacaré, Gordo Nerd e Sedentário. Uma verdadeira Caixa Pretta, onde ninguém se salva!
E por que da revolta, perguntaria você: simples! Raramente recebemos links por uma única razão: não temos zilhões de visitantes, não fechamos parcerias com sites de pu%#* e sexo, não pertencemos a um grande conglomerado internáutico! E isso tudo apesar dos maravilhosos posts que fazemos e da nossa modestia singular! Mas um dia isso vai mudar: e muito em breve! Aguardem!
Sem mais choro, nem vela, pois o Zina fumou a última que tínhamos aqui, vamos aos nossos links de fim de semana.
Orkut: Quanto vale uma amizade?
E se Capitão Nascimento encontrasse Zina?
20% de gorjeta é roubo
Deus proíbe essas pessoas de ter Orkut
Bêbado no Jornal Hoje
Desenho no banheiro
Boas novas!Bem… apenas para mim!
100 fantasias sexys para Halloween
Super Pobre – o Super Heroi Brasileiro
Camisinhas nada convencionais
Fatalities Rejeitados pela produção do Mortal Kombat
Massagem exótica feita com cobras
Jiraya, Jaspion, Blosson! Gostas de uma nostaugia? Relembre aqui esses e outros seriados da sua infância!
Mensagem Subliminar - Os Beatles
Verdades sobre o cinto
Da série: Conselhos para toda a vida
Veja 18 fotos de halloween no começo do século realmente assustadoras
Genial: O cubo mágico agora é porta-condimentos
Hilário: This is Colgaaaaaaaaaaate!
Uma seleção imperdível com O Melhor do Twitter
Texto: Gordice no telhado
Curitiba em chamas, o que fazer?
AOE responde: Sou tímido e são elas que chegam em mim. E agora?
Atribuindo um novo sentido para NSFW
Mulheres se perguntam: Estamos preparadas para tanta sinceridade?
Descubra por que a vodka russa é uma das melhores do mundo
Tutorial: Como criar filhas honestas e decentes e não vagabundas e piriguetes em 10 passos
Saiba como são feitas as salsichas
Wow: Filme da Record poderá contar até com Matt Damon
Google Dashboard mostra “O que o Google sabe sobre você”
Enorme: O maior Mario Bros. do mundo
Imagem: Últimas palavras
Confira os uniformes mais ridículos do mundo
Engenhoca: Escute seus vizinhos com este aparelho
Vídeos:
10 coisas que você não deve fazer ao conhecer os pais da sua namorada
O piano feito de bolachas waffer
Cláudia Leitte briga com repórter do SBT
Mais links? Passa no Ocioso
Fonte – Eramos6.com.br
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Leia dicionário da web e aprenda a falar "internetês"
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Sunday, 18 October 09 - 07:48 AM (GMT -04:00) By Master Santucci in Internet |
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da Folha Online
Se você chegou até aqui, é provável que entenda o que é chat, blog ou e-mail. São termos básicos para quem navega na internet. Agora, e se a pergunta envolver backbone, host e bandwidth? A maioria dos internautas não sabe o que há por trás do sistema que revoluciona diariamente a forma como nos comunicarmos.
Abaixo, estão listados 78 verbetes que destrincham a rede mundial de computadores --inclusive com os termos do parágrafo acima. Eles foram retirados do livro "A Internet", de Maria Ercilia e Antonio Graeff. Os dois acompanharam de perto o nascimento da internet comercial no Brasil, o que relatam neste título coleção "Folha Explica", da Publifolha.
ADSL - Abreviatura de Asymmetric Digital Subscriber Line, ou "linha digital assimétrica para assinantes". Método de transferência de dados por linhas comuns de telefone, muito mais rápido que uma conexão discada normal. É chamado de assimétrico porque a velocidade de upload é menor que a de download.
Autenticação - Medida de segurança para checar a identidade de um usuário, geralmente usando nomes de usuário e senhas.
Backbone - "Espinha dorsal",
Bandwidth, ou "largura de banda" - Quantidade de dados que se consegue transferir através de um link de rede em determinado tempo. É geralmente medida em bps (bits por segundo).
Banner - "Bandeira",
Bate-papo - O mesmo que chat. "Conversa" em tempo real pela internet. Os participantes se reúnem em "salas" ou "canais", geralmente agrupados por interesse, faixa etária, lugar em que moram etc., e digitam frases.
Bcc - Abreviatura de blind carbon copy, ou "cópia carbono oculta" (Cco, nos programas em português). Preencha esse campo nos cabeçalhos de mensagens de correio eletrônico, quando quiser que alguém receba uma cópia da mensagem que você está enviando sem que os outros destinatários vejam que a pessoa está incluída.
Bit - A menor unidade de dados
Blog - Tipo de site em que o conteúdo está organizado em entradas (chamadas de posts) ordenadas cronologicamente, com o post mais recente no alto. Também usa-se "weblog".
Bookmark - Função dos programas de navegação (ver browser) que permite que você salve o endereço de um site, para voltar a ele quando quiser.
Browser - Termo inglês para "navegador" ou "programa de navegação" (Firefox, Internet Explorer e outros).
Byte - Uma combinação de oito bits que representa um valor de
Cable modem, ou modem de cabo - Aparelho que permite conectar um computador à internet através do mesmo cabo utilizado pela TV a cabo. Bem mais veloz que linhas telefônicas.
Cache - No computador, área da memória onde o programa de navegação grava cópias de páginas visitadas. Quando você volta a uma página salva no cache, o programa exibe aquela cópia como forma de acelerar a navegação.
Cc - Abreviatura de "cópia carbono". Preencha esse campo nos cabeçalhos de mensagens de correio eletrônico, quando quiser que alguém receba uma cópia da mensagem que você está enviando.
Chat - Ver bate-papo.
Cookie - Informação que um site envia ao seu computador como forma de reconhecê-lo durante a navegação. Pode ser uma senha, as compras que estão no seu "carrinho" virtual, suas preferências etc.
CPU - Abreviatura de Central Processing Unit, ou "unidade central de processamento". O principal chip do seu computador, que controla operações essenciais ao seu funcionamento.
Cracker - Pessoa que viola a segurança de programas, redes e computadores alheios com fins maliciosos como roubar, alterar ou destruir informação.
Criptografia - Programas de criptografia embaralham o conteúdo de uma mensagem antes de enviá-la, para que somente o destinatário possa lê-la --para isso, ele precisa ter o mesmo programa de criptografia. Servidores seguros de lojas e bancos (que podem ser identificados por um cadeado ou chave que aparece na parte inferior do programa de navegação) também usam criptografia para proteger os dados enviados.
Cyberspace ou ciberespaço - Termo criado pelo escritor William Gibson em seu romance Neuromancer e hoje usado para se referir ao "espaço" abstrato construído pelas redes de computadores.
Domínio, ou nome de domínio - Um endereço de Web no Brasil tem normalmente esta estrutura: www.nomedosite.com.br, onde www é a sigla de World Wide Web, que se usa por convenção, mas que não é obrigatória. Após o nome do site, vêm os sufixos que designam o tipo de organização (.com para "comercial",.edu para "educacional",.gov para "governamental",.org para "organização sem fins lucrativos",.mil para "militar") e o país (.br para "Brasil",.ar para "Argentina",.fr para "França", e assim por diante). Nos endereços dos Estados Unidos, a sigla do país não é usada, pois no princípio só havia endereços de internet lá, e não se julgou necessária essa distinção (veja uma lista dos domínios de países no endereço http://www.iana.org/domains/root/cctld/). Os nomes de sites são chamados de "nomes de domínio" (domain names). Os sufixos de três letras.com,.net,.org,.edu,.int,.mil e.gov são chamados de "domínios de primeiro nível", e os sufixos de duas letras que designam o país (como.br, por exemplo) são chamados de "domínios de países".
Download - Transferir arquivos de um computador para outro. Se você está copiando um arquivo de um computador remoto, o procedimento é chamado de download. Se você está enviando um arquivo para um computador remoto, o procedimento é chamado de upload. No Brasil, as pessoas costumam se referir a essas operações como "baixar arquivos" (download) e "subir arquivos" (upload).
DNS - Um sistema de banco de dados que traduz um endereço IP (ver verbete) para um domínio. O endereço IP é numérico (exemplo: 200.221.3.135), e o domínio é um nome (exemplo: www.folha.com.br).
Endereço - Também chamado de URL (ver verbete). Identificação necessária para alcançar um site (exemplo: http://www.folha.com.br/) ou enviar mensagem (e-mail) para um usuário (exemplo: miguel@ folha.com.br) na internet.
E-mail - Abreviatura de electronic mail, ou "correio eletrônico".
FAQ - Abreviatura de Frequently Asked Questions, ou "perguntas mais freqüentes". Arquivos de informação que são mantidos por muitos sites, com respostas às dúvidas mais comuns dos usuários.
Feed - Recurso de alguns sites que, aliado a um software específico, permite alertar os visitantes quando há conteúdo novo. Também conhecido como feed RSS.
FTP - Abreviatura de File Transfer Protocol, ou "protocolo de transferência de arquivos". Com um programa de FTP, você se conecta a um site e recebe (ver download) ou envia (ver upload) arquivos.
GIF - Abreviatura de Graphics Interchange Format, ou "formato para troca de imagens". Um dos formatos de imagens muito usados na World Wide Web (ver JPEG).
Grupos de discussão - Os grupos de discussão na internet (newsgroups) compreendem milhares de assuntos e são mais antigos que a Web. As mensagens podem ser lidas diretamente no programa de correio eletrônico.
Hacker - Pessoa que gosta de explorar e aprender os detalhes de funcionamento de programas, computadores e redes como forma de remover limitações ou criar possibilidades de uso não previstas originalmente.
Hipertexto - Texto que inclui links para outras páginas na Web. Através dos links, você pode "saltar" facilmente de uma página para outra.
Hit - Requisição feita por um programa de navegação a um servidor na internet. Cada documento de texto, imagem, arquivo de som ou qualquer outro arquivo conta como hit numa página da Web. O hit era usado como medida de audiência, mas foi abandonado em favor do page view (ver verbete).
HTTP - Abreviatura de Hyper Text Transfer Protocol, ou "protocolo de transferência de hipertexto". É o conjunto de regras de comunicação entre computadores que faz funcionar a World Wide Web.
Home page - A página de abertura de um site na internet.
Host - O servidor que hospeda um site na World Wide Web.
HTML - Abreviatura de HyperText Mark-up Language, ou "linguagem de marcação de hipertexto". O código usado para criar documentos de hipertexto na World Wide Web.
Internet - Rede que liga computadores no mundo inteiro. Foi criada em 1969 como um projeto militar e usada durante anos para comunicação entre universidades e institutos de pesquisa. Começou a ser explorada comercialmente no início dos anos 90.
IP - Abreviatura de Internet Protocol, ou "protocolo da internet". As regras que permitem que a internet funcione e que os computadores se comuniquem.
Java - Linguagem de programação independente de plataforma, criada pela Sun Microsystems. Com o Java, é possível criar pequenos programas que são carregados junto com páginas da Web, trazendo animações, efeitos sonoros, games etc.
JPEG - Um dos formatos de compressão de imagem usados na internet (ver GIF). É mais adequado para fotos.
Kilobyte ou KB - Unidade equivalente a 1024 bytes (ver byte).
Kbps - Kilobits por segundo. Medida de velocidade de transmissão de dados. Por exemplo: um modem de 56 Kbps transfere dados numa velocidade de até 56 kilobits por segundo.
Linha dedicada - Tipo de linha de comunicação especial que permite ter uma conexão permanente com a internet.
Link - "Ligação",
Lista de discussão - Grupo de discussão por e-mail. Um programa servidor de listas mantém uma lista de todos os assinantes. Quando um e-mail é enviado para o endereço da lista, todos os assinantes o recebem.
Login - Entrar numa rede de computadores. Também pode se referir ao nome do usuário em determinado sistema.
MP3 - Abreviação de MPEG-1 audio layer 3. Formato que revolucionou a distribuição de música pela internet, por dois motivos: reduz muito o tamanho de arquivos de áudio, com pouca perda de qualidade, e é aberto, ou seja, pode ser usado livremente (não é de propriedade de nenhuma empresa). MPEG é a abreviatura de Moving Pictures Expert Group, organização que desenvolveu o formato.
Navegador - Ver browser.
Navegar - Percorrer páginas na World Wide Web, indo de um link a outro.
Off-line - Desconectado da internet.
On-line - Conectado à internet.
Page view - Página vista, em inglês. É uma medida usada para acompanhar a visitação de um site.
Permalink - Endereço Web de cada um dos posts de um blog. O termo vem de permanent link ("link permanente").
Podcast - Publicação de arquivos de áudio que podem ser transferidos e ouvidos no computador ou num tocador de MP3 portátil. A palavra é uma referência ao iPod, player portátil da Apple, e à palavra broadcast (transmissão de conteúdo).
Portal - Site que pretende ser uma experiência completa para o usuário, oferecendo vários tipos de conteúdo e serviços. O UOL e o Terra são exemplos de portais.
Portal vertical - Portal com foco num só assunto. Por exemplo: carros, gastronomia, música etc.
Programa de navegação - Ver browser.
Protocolo - Conjunto de regras que descrevem o comportamento necessário para que um computador "entenda" outro dentro de determinada rede ou sistema.
Provedor de acesso - Empresa que fornece serviços de conexão à internet.
Senha - Palavra secreta que serve como confirmação da identidade de determinado usuário.
Servidor - Computador que tem ligação permanente com a internet, podendo ser localizado nela por um endereço numérico (exemplo: 200.221.3.135) ou por uma URL (exemplo: www.folha.com.br). Sites sempre são hospedados em servidores.
Site - Página ou coleção de páginas na World Wide Web.
Shareware - Software que está disponível para download gratuito na internet, a fim de que as pessoas possam testá-lo --se alguém decide se tornar usuário do programa, deve pagar, mas não é obrigada a fazê-lo na fase de teste.
Spam - Envio em massa de e-mails (geralmente de propaganda) não-solicitados. A palavra vem do nome de uma presuntada em lata vendida nos Estados Unidos.
Surfar - O mesmo que "navegar".
Tag - Palavra associada aos posts de blogs, fotos, vídeos e outros tipos de conteúdo na Web. O uso de tags facilita a busca e é uma forma mais flexível de classificação do que um conjunto pré-definido de categorias.
TCP/IP - Abreviatura de Transmission Control Protocol/Internet Protocol. Conjunto de protocolos de comunicação que regulam o funcionamento básico da internet. É a "língua" que todos os computadores que estão ligados à internet usam para se comunicar.
Time spent on-line - "Tempo de permanência" on-line. Medida da média de tempo que cada usuário gasta num site.
Unique visitor - "Visitante único",
Upload - Enviar arquivo a outro computador ou site (ver download).
URL - Abreviatura de Uniform Resource Locator, ou "localizador uniforme de recursos". Endereço que permite localizar um site na World Wide Web. O formato mais utilizado é www.nomedosite.com.br, onde www significa World Wide Web, seguido do nome do site ou empresa, de uma sigla que indica se o site é comercial (.com), não-lucrativo (.org), educacional (.edu) etc., e da sigla do nome do país (Brasil:.br). No caso dos EUA, não se usa a sigla de país.
WAP - Wireless Application Protocol, ou "protocolo de aplicações sem fio". Protocolo usado em telefones celulares para permitir a navegação em sites que possuem versões simplificadas de suas páginas, mais adequadas às telas dos telefones.
Webmaster - Nos primeiros tempos da Web, era o profissional que cuidava de todos os aspectos de um site. Com o crescimento dos sites e a especialização de funções, o webmaster normalmente é quem programa as páginas em HTML.
Wi-Fi - Vem de Wireless Fidelity. Tecnologia de rede que permite o acesso sem fio a internet e a comunicação entre computadores. É bastante usada em redes caseiras.
Wiki - Site em que as páginas podem ser facilmente alteradas pelos visitantes. Usa convenções de formatação de texto que dispensam conhecimentos de HTML e que permitem a criação automática de links entre as páginas. A palavra vem da expressão "wiki wiki", que no idioma falado no Havaí significa "super-rápido".
World Wide Web - Sistema de distribuição de informação em hipertexto pela internet. Foi criado no Cern, em Genebra, em 1991, pelo físico Tim Berners-Lee.
Disseminação da internet
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Sunday, 13 September 09 - 07:38 PM (GMT -04:00) By Master Santucci in Internet |
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A transmissão de dados, voz e vídeo poderá ser feita pela rede elétrica, prevê a Resolução 375 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), de 25 de agosto. Em tese, os mais de 90 mil km de linhas de transmissão do País tanto servirão para levar energia a 63,9 milhões de residências e empresas como para assegurar o acesso à internet a quase toda a população.
Aprovada a norma, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, apressou-se em enviar à Assembleia projeto de lei que autoriza a estatal Cemig a vender serviços de telecomunicações usando a nova tecnologia. O compartilhamento da rede de transmissão é um sistema conhecido no exterior - o Power Line Communication (PLC) - aplicado em larga escala em países como os Estados Unidos, Grã-Bretanha, Itália, França, Alemanha e Suíça.
Se o Brasil não teve, há mais tempo, acesso ao sistema, isto se deve ao atraso da regulamentação dos serviços. Antes da Resolução 375, os usuários dependiam apenas dos provedores atuais de internet, inclusive de banda larga. Há muitos anos, a Eletropaulo avaliou a conveniência de usar suas redes de transmissão de energia para transmitir dados, mas teve de interromper o projeto por falta de amparo legal.
Para explorar o novo serviço, as distribuidoras terão de constituir subsidiárias ou se associar a companhias de telecomunicações. Os prestadores do serviço deverão fazer contratos de uso comum das instalações das distribuidoras, atendendo a algumas regras. Por exemplo, as prestadoras do serviço de internet por rede elétrica não poderão ceder ou comercializar com terceiros o direito de uso da infraestrutura. Além disso, a receita dos serviços de PLC terá de ter contabilização separada.
Entre as perspectivas abertas pelo uso do PLC está o desenvolvimento de novas tecnologias associadas ao compartilhamento das redes, como a telemedição do consumo de energia elétrica, a leitura a distância dos medidores e o gerenciamento do consumo pelos cidadãos. Mas também será facilitado o acesso à internet pelas escolas e universidades. Como mostrou estudo do professor Moisés Vidal Ribeiro, da Universidade Federal de Juiz de Fora, no estágio atual a tecnologia PLC já permite a automação residencial, a ligação da internet aos serviços de segurança, videoconferências e acesso à TV de alta definição.
A Aneel enfatiza o impulso que isso dará à chamada inclusão digital - e está certa, pois se estima que 95% das residências e prédios já têm infraestrutura instalada de energia, enquanto os sistemas de telecomunicações (DSL e modems a cabo) alcançam 60% das residências, nos países desenvolvidos e 15%, nos emergentes.
Haverá, ainda, estímulo à concorrência entre as subsidiárias das distribuidoras de energia que forem criadas para atuar na transmissão de dados, voz e vídeo e as empresas de telecomunicações, o que deverá beneficiar duplamente o consumidor desses serviços, cujos custos são considerados elevados e que são objeto de frequentes reclamações aos Procons.
A vantagem pecuniária das distribuidoras será transferida, na sua maior parte, para as tarifas de energia elétrica, dentro da apregoada política de modicidade tarifária.
Aplicado à risca, portanto, o mecanismo permitirá reduzir o valor das tarifas de energia elétrica, por ocasião das Revisões Tarifárias Periódicas (RTPs), que ocorrem, em média, a cada quatro anos. O presidente da Aneel, Nelson Hubner, acredita que "a formalização das regras vai gerar impactos que contribuirão para a busca de tarifas de energia cada vez mais justas".
Entre os maiores obstáculos para a disseminação da tecnologia PLC está o excesso de restrições normativas impostas pela Aneel e pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Entre os pontos mais positivos, haverá, segundo especialistas privados, um forte aumento da base de clientes, sem a necessidade de elevados investimentos nas redes tradicionais de energia. Segundo o analista Walter de Vitto, da consultoria Tendências, "a adoção da tecnologia se traduz em redução do custo dos produtos, tanto pelo aumento da competição quanto pela expansão da rede".
A introdução da tecnologia PLC é um passo no rumo da universalização dos serviços de internet e transmissão de dados.
Fonte – Estadão Opinião
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Escrever de forma abreviada na Internet também é educativo
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Thursday, 28 August 08 - 04:59 PM (GMT -04:00) By Master Santucci in Internet |
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Bruna Souza
“Quem domina a língua não confunde as situações. Em uma sala de bate-papo a linguagem com certeza será abreviada. Os pais devem negociar com seus filhos, mas não proibir, pois a Internet faz parte do mundo dos jovens”. A afirmação é da lingüista e jornalista Dad Squarisi, autora do Blog da Dad, sucesso da rede por abordar questões da língua portuguesa de forma clara e simples.
Segundo a lingüista, a Internet tem causado preocupação em pais e professores, pois o uso abusivo de abreviações em salas de bate-papo, programas de mensagens instantâneas e sites de relacionamentos são vistos como inimigos da escrita culta. Para Dad, a Internet não pode ser vista dessa forma. “A Internet nos reintroduziu na leitura e na escrita. Ela nos obriga a escrever. Existe um preconceito em achar que a Internet é ruim, mas há um manancial de bons textos na rede”.
Dentro da Internet ou não, Dad diz que a boa escrita só pode ser alcançada por meio do treino. “Escrever é habilidade. Tem que escrever todos os dias, desinibir a linguagem”. Ela também afirma que complexidade na escrita não é sinônimo de bons textos. “A boa linguagem é aquela que é adequada à situação e não necessariamente rebuscada. O bom é a linguagem que se adéqua ao contexto. A linguagem moderna é mais ágil e mais simples. Precisamos aprender a escrever com naturalidade e sem dar voltas”, finaliza.
Para Dad, o segredo para se escrever bem na Internet é a objetividade. “Na Internet o menor é melhor, menos é mais”, precisa. A linguagem da rede é rápida, por isso textos mais curtos devem ser valorizados. “Internet é sinônimo de rapidez”.
O blog
A idéia veio do blog foi da direção do jornal Correio Braziliense, onde Dad trabalha. “Cada jornalista deveria ter um blog de acordo com sua área específica dentro da versão online do jornal”, diz. Dad que já tinha uma coluna sobre língua portuguesa na versão impressa inaugurou em abril deste ano seu blog.
O público é formado por vestibulandos e os interessados em prestar concursos. A lingüista e jornalista afirma que o uso da linguagem corriqueira torna mais fácil o entendimento das pessoas em relação às questões gramaticais. “Tem que ter dinamismo, tem que ser útil”, afirma Dad. “Eu aproveito a publicidade também, pois pegar ganchos do dia-a-dia torna simples o aprendizado”, finaliza.
Fonte – Portal Aprendiz
Google lança enciclopédia virtual para competir com Wikipedia
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Sunday, 03 August 08 - 08:39 AM (GMT -04:00) By Master Santucci in Internet |
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Da Redação
SÃO PAULO - O Google, site de buscas mais utilizado da internet, vai lançar o Knol, uma enciclopédia eletrônica, de acordo com o site do jornal El País. O projeto, que está em fase de depuração - apuração de erros -, competirá com a Wikipedia pela atenção e a curiosidade insaciável dos internautas. Já há várias centenas de knols.
Enquanto a Wikipedia oferece uma única página para cada conceito, as entradas do Knol consistem em uma variedade de artigos sobre um mesmo tema. Não se trata da versão neutra e oficial da Wikipedia, mas de publicar a opinião de indivíduos que, em muitos casos, serão especialistas no tema
O Google acaba assim com uma das marcas da Wikipedia: primar pelo anonimato das massas ao invés do ego do indivíduo. De acordo com a companhia, que apresentou a iniciativa ao público na semana passada, é uma forma de "dar reconhecimento aos autores" e lhes proporcionar um instrumento para "compartilhar seu conhecimento e interagir com a comunidade". Outra diferença é que os leitores não podem editar ou complementar as entradas sem a permissão de seu autor.
Mas a grande novidade da nova ferramenta é que os autores dos artigos poderão inserir publicidade em suas entradas através do sistema Adsense. Adeus à mão-de-obra grátis e voluntária que fez a Wiki triunfar. O Google oferecerá aos autores "uma parte substancial" dos lucros que obtiver.
É claro, porém, que serão anúncios geridos pelo Google, que obtém mais de 90% de seus rendimentos através da publicidade. Algo que pode fazer com que o Knol tenha muitas entradas sobre as palavras ou conceitos que vendem, com publicidade cara, que sobre outros temas menos lucrativos.
Fonte - Estadão Internet
Baixar arquivo na internet pode virar crime
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Friday, 04 July 08 - 08:34 AM (GMT -04:00) By Master Santucci in Internet |
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Parecer de seis professores da Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas indica que um projeto de lei sobre crimes eletrônicos que tramita no Senado pode levar à criminalização em massa de usuários de internet que baixam e trocam arquivos (músicas, textos e vídeos) sem autorização do titular. O texto poderia gerar conseqüências inclusive para quem desbloquear o celular, informa reportagem de Elvira Lobato publicada nesta quinta-feira pela Folha - íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL.
O projeto de lei foi aprovado pelas comissões de Assuntos Econômicos e de Constituição e Justiça do Senado, no mês passado, e está em fase de recebimento de proposta para votação em plenário.
De acordo com os professores da FGV, artigos do projeto que tratam dos crimes contra a segurança de sistemas informatizados atingem ações triviais, praticadas por milhares de pessoas - um dos artigos estabelece pena de reclusão de
Segundo Ronaldo Lemos, professor da instituição, ao se referir a "rede de computadores", "dispositivos de comunicação" e "sistema informatizado", o projeto engloba não só computadores, mas reprodutores de MP3, aparelhos celulares, tocadores de DVD, sistemas de software e até conversores de TV digital, além de sites.
Pequenas empresas apostam em blogs
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Wednesday, 02 July 08 - 08:38 AM (GMT -04:00) By Master Santucci in Internet |
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Marianna Aragão
Manter ou não um blog corporativo tornou-se decisão estratégica para as empresas nos últimos anos. E, enquanto no Brasil ainda são poucas as grandes companhias que apostam nesse canal menos convencional de relacionamento com o cliente, os pequenos e médios empresários já se colocam como os maiores usuários da ferramenta.
"As pequenas e médias são mais ágeis para implementar novidades e foram as grandes pioneiras na adoção dos blogs ", diz o consultor da Deloitte e autor do livro Blog Corporativo, Fábio Cipriani. Segundo um levantamento feito por ele, existem hoje 81 blogs de pequenas e médias empresas no País e 27 de grandes corporações.
"Os blogs das grandes empresas hoje estão mais focados em campanhas de marketing do que em relações públicas", diz. As PMEs, por sua vez, têm descoberto novas - e variadas - funções para a ferramenta. Promoção da marca, de um produto, relacionamento com cliente e simples expressão de opiniões do empreendedor são algumas delas.
A possibilidade de aparecer no topo da página de resultado em sites de busca é uma vantagem para o pequeno empresário. "Como o blog é atualizado constantemente, o endereço se posiciona melhor nos resultados das buscas. Isso faz aumentar o tráfego do blog, e, por conseqüência, a exposição da marca", diz Cipriani.
O empresário Roberto Machado, dono de um pequeno atacado de doces
Logo, surgiram contatos de leitores - e futuros parceiros - em mercados que, segundo ele, não estavam no radar da empresa.
"O blog abriu meus olhos para a possibilidade de expansão do negócio", afirma o empresário, que estima em 30% o crescimento no faturamento com novos contratos em Estados como Minas Gerais, Bahia e Mato Grosso.
Mauro Gherperri, sócio da Sanna Consultoria Empresarial, é outro empresário que conseguiu fazer seu negócio expandir por meio do blog. Há dois anos no ar, a página traz textos sobre gestão e mundo corporativo e é voltada para os cerca de 40 clientes da consultoria. "Em alguns casos, apresentei temas novos, que despertaram o interesse desse público por um determinado serviço oferecido pela empresa."
HUMANIZAÇÃO
Para o consultor Fábio Cipriani, além de dialogar com o clientes e aumentar as vendas, o blog corporativo também serve para "dar um rosto" à empresa. "A dedicação do empresário ao blog humaniza e dá transparência ao negócio."
Um dos primeiros blogs corporativos brasileiros, o diário da loja virtual Camiseteria surgiu em agosto de 2005 com essa proposta. O sócio da empresa e criador do blog, Fábio Seixas, escreve principalmente sobre o dia-a-dia da empresa, em linguagem informal e bem-humorada. "Queremos mostrar para os nossos clientes que há pessoas de verdade por trás da empresa", diz o empresário. O blog recebe em média 15 mil visitas por dia.
ENTENDA OS BLOGS CORPORATIVOS
O que é : abreviação de "weblog" (diário virtual), os blogs são páginas na internet com atualizações organizadas de forma cronológica - as informações mais recentes aparecem à frente das antigas. Podem ser pessoais, como uma espécie de diário, ou corporativos.
Quem utiliza: micro, pequenas, médias e grandes empresas.
Objetivos: Nas grandes companhias, o uso ainda é restrito ou limitado à comunicação interna ou para campanhas de marketing. Micro, pequenas e médias utilizam os blogs corporativos como canal de comunicação com clientes e de divulgação da marca.
Temas: um bom blog corporativo fala das novidades da empresa e assuntos que interessem ao público-alvo, com espaço para os internautas comentarem. Críticas devem ser recebidas e respondidas.
Linguagem: os textos devem parecer uma conversa, não um relatório. Use linguagem leve, mas evite a linguagem de internet onde se abreviam e trocam letras.
Cuidados: apesar do espaço livre para comentários, deve-se manter a ordem no blog: ofensas e palavrões, por exemplo, não devem ser aceitos. Também é recomendável fixar dias para escrever, para criar o hábito no leitor.
Brasil supera marca de 40 mi com acesso à web
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Saturday, 28 June 08 - 05:44 PM (GMT -04:00) By Master Santucci in Internet |
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Reuters
SÃO PAULO - O Brasil registrou no mês passado número recorde de 41,565 milhões de pessoas com acesso à internet, ultrapassando a barreira dos 40 milhões de internautas pela primeira vez, segundo pesquisa realizada pelo Ibope//NetRatings.
A empresa, que mede a Internet brasileira desde setembro de 2000, informou ainda que o número de internautas com acesso à web em casa também foi o maior já registrado, chegando a 35,5 milhões de pessoas.
Segundo o coordenador do estudo e gerente de análise da empresa de pesquisa, Alexandre Magalhães, o crescimento acelerado do mercado de informática no Brasil e avanço nas políticas públicas referentes ao acesso à rede são os principais fatores por trás dessa contínua expansão da Internet no Brasil.
"São dados positivos... E refletem as políticas públicas de abertura de pontos de acesso à Internet em escolas... além da avalanche de facilidades para adquirir computadores novos... por causa da concorrência entre os fabricantes de computador", afirmou em comunicado divulgado à imprensa.
No mês passado, 23,1 milhões de pessoas navegaram pela Web pelo menos uma vez em suas residências, número 29 por cento maior que em maio de 2007 e também recorde.
A pesquisa aponta também que o brasileiro continuou a ser o internauta residencial que navega por mais tempo dentre os dez países acompanhados pela Nielsen//NetRatings.
O usuário brasileiro navegou por 23 horas e 48 minutos, em média, no mês passado à frente de países mais desenvolvidos como Japão e Estados Unidos.
Autor diz que prevalecem na web linguagem pobre e "recreações adolescentes"
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Friday, 30 May 08 - 08:45 AM (GMT -04:00) By Master Santucci in Internet |
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O ataque começa já no título. É a "geração mais estúpida", anuncia "The Dumbest Generation" (Tarcher, 272 págs.), lançado nos EUA há duas semanas, em referência a quem nasceu em algum momento das últimas três décadas.
A razão para tal epíteto, ainda mais controversa, é explicitada no subtítulo: "Como a era digital embasbaca os jovens americanos e põe em risco nosso futuro. Ou, nunca confie em ninguém com menos de 30".
Às já bastante vilanizadas telas de TV e de videogames o autor Mark Bauerlein junta as telas de computadores e de celulares como as responsáveis por jovens "superficiais", incapazes de lembrar (e de dar importância a) fatos históricos.
"Eles praticamente não lêem. Com toda a informação disponível on-line, como nunca antes na história, eles preferem dedicar uma quantidade inacreditável de tempo a vasculhar vidas alheias e a expor as suas próprias em redes de relacionamento como o Facebook e o MySpace", diz Bauerlein, 49, à Folha, por telefone, de Atlanta, onde dá aulas de inglês na Universidade de Emory.
Bauerlein, ex-diretor de pesquisa e análise da Fundação para as Artes nos EUA, acredita que o excesso de informações a que as crianças e os adolescentes têm acesso na rede faz com que eles percam a capacidade de diferenciar "o significativo do insignificante" e, com isso, de embasar argumentos.
"Nossa memória cultural está morrendo", diz o autor. É uma opinião similar à do filósofo italiano Umberto Eco, que, em entrevista ao jornal espanhol "El País" (reproduzida no último dia 11 no caderno Mais!), afirmou que "a abundância de informações sobre o presente não permite refletir sobre o passado".
"Recreações adolescentes"
"The Dumbest Generation" se levanta contra as "vozes pró-tecnologia" que defendem que a navegação na internet seja benéfica à cognição. "A realidade das práticas na web", escreve Bauerlein, "é só o que poderíamos esperar: expressões adolescentes e recreações adolescentes".
O que ele enxerga como uma dificuldade de absorção de informações entre os jovens resultaria também da leitura não-linear que os sites estimulam. No livro, Bauerlein fundamenta tal opinião com estudos do instituto de pesquisas Nielsen, segundo os quais os usuários mais "escaneiam" com os olhos do que propriamente lêem as páginas à sua frente.
"Além disso, sabe-se que, na internet, quanto mais simples a linguagem, mais os leitores acessam as páginas. O que os jovens lêem na rede não lhes acrescenta nada em termos de gramática nem de capacidade de elaborar textos", diz.
Reações
Nos últimos dias, Bauerlein vem passando mais tempo que de costume em frente ao computador, para responder, um por um, aos e-mails "raivosos" que têm abarrotado a caixa de entrada do seu Outlook.
"Li recentemente um artigo no jornal "Boston Globe" sobre seu último livro e escrevo para lhe dizer que você é um imbecil. Você deve saber disso. Ninguém que escreva um livro inteiro baseado na idéia de que uma geração esteja se tornando idiota por causa da tecnologia pode ter noção da realidade."
A experiência de ignorar os adjetivos e discutir as "questões substantivas" com os alvos de sua tese não tem surtido muito efeito. O autor aprova o debate mesmo assim. "É sinal de que os jovens se importam, de que têm valores a defender."
O diálogo que a internet permite rendeu também páginas de comentários de leitores em sites como o da revista americana "Newsweek". No último fim de semana, a publicação esquentou o debate ao lembrar que os mais velhos têm o costume de lamentar a ignorância dos mais novos ao menos desde os tempos em que, na Grécia Antiga, "os admiradores de Sófocles e Ésquilo questionaram a popularidade de Aristófanes".
As críticas mais freqüentes ao livro de Bauerlein citam os testes de Quociente de Inteligência. Desde o começo século 20, o QI de crianças e adolescentes aumenta a cada geração. O conceito de "estúpido" de Bauerlein, afirma a "Newsweek", não faz sentido se forem levados em conta aspectos como a habilidade de pensar criticamente e de fazer analogias.
"Eles [os críticos] não entenderam o ponto central da discussão", defende-se o autor, renegando o viés anacrônico do debate. "[A discussão] não é sobre as ferramentas da internet em si, mas sobre seu uso. Quando um cientista diz que a tecnologia desafia as mentes e torna as pessoas mais espertas, ele está falando do MySpace? Ele sabe que os adolescentes passam muito mais horas em redes sociais do que estudando?"
Aos detratores Bauerlein costuma responder com dados oficiais, de órgãos como o Departamento de Educação americano e o Census Bureau.
Em sites, em resposta aos críticos, despeja uma porção de números da realidade norte-americana, às vezes aleatoriamente: uma pesquisa de 2006 contabilizou nove horas semanais de adolescentes conectados a redes sociais; outra constatou que 55% deles dedicam menos de uma hora semanal aos estudos em casa; uma terceira dá conta de que apenas 6% dos estudantes são considerados "muito bem preparados para a escrita"...
Quanto ao "estúpido" do título, esclarece Bauerlein, é pura provocação. "Eu sou professor. Sei que são discussões como essa que fazem os jovens pensarem..."
25 blogs sobre tecnologia dos quais você nunca ouviu falar
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Friday, 23 May 08 - 09:45 PM (GMT -04:00) By Master Santucci in Internet |
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São Francisco - Eles não têm links ou moral suficientes para estar entre os blogs mais populares de TI, mas merecem atenção pela qualidade.
Não adianta procurar: estes blogs não estão no TechMeme, no Top 100 do Technorati ou no BloggerBoard do CrunchBase. Pelo menos não até agora.
A seguinte seleção conta com 25 blogs sobre tecnologia escritos e editados por investidores de capital de risco, empreendedores, engenheiros e observadores do mercado que trazem uma mistura de informação privilegiada, paixão e experiência.
Ainda que não tenham a quantidade de links ou contatos no mundo online para que seus blog figurem entre os mais citados ou importantes, vale a pena perder algum tempo consultando o conteúdo dos 25.
Um olhar diferente no cenário de startups e capital de risco. O autor é Josh Kopelman, investidor de risco em tecnologia que vive na costa errada dos Estados Unidos. Com ênfase particular nas companhias que estão começando, Josh cobre o lado mais leve das negociações com CEOs de startups e a imagem pública de investidores e empreendedores.
Escrita ingênua e inspirada sobre mídia online em todas as suas descrições. Ao cobrir tradicionais sites, blogs, redes sociais e mais, Eric Berlin não economiza nas porradas.
O modelo econômico de tecnologias desordenadas é o foco aqui - com destaque para operadores de telecomunicações, globalização e piadinhas com a IBM. O blogueiro, Vinnie Mirchandani, é um ex-funcionário da consultoria Gartner.
Mashups: entenda a combinação de conteúdo digital em ascensão na web
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Friday, 23 May 08 - 09:41 PM (GMT -04:00) By Master Santucci in Internet |
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São Paulo - Tanto entre leigos como programadores, mashups se popularizam pela facilidade de misturar conteúdos online para consumo próprio de dados.
Na internet, tudo se cria e tudo se transforma. A adaptação da lei pelo químico Antoine Lavoisier para explicar a conservação de massa pode muito bem ser aplicada para a possibilidade de interação entre conteúdo profissional e amador na internet.
Se blogs, podcasts e álbuns de fotos digitais ajudam o usuário a se expressar livremente, é outro pilar da chamada Web 2.0 que dá a qualquer um a possibilidade de interagir não apenas com dados alheios, mas com serviços e sites desenvolvidos por outros usuários.
Nomeados a partir do fenômeno musical que mistura voz e batida de canções diferentes, os mashups são aplicações online resultantes da soma de dois ou mais conteúdos ou serviços que, juntos, oferecem uma nova função para o usuário.
Tecnicamente, o propulsor para a febre dos mashups é um velho conhecido de qualquer usuário: as APIs.
Amplamente usado em sistemas operacionais, o pequeno pacote, que representa a sigla em inglês para interface de programação para aplicativos, empacota códigos específicos de tal serviço que facilitam a criação de um projeto híbrido por programadores.
Buscadores, como Google e Yahoo, portais de e-commerce, como Amazon e eBay, serviços destinados a conteúdo do usuário, como Technorati, e até mesmo empresas desconhecidas nascidas da onda do mashups começaram a inundar a internet com seus APIs.
Os motivos que levam uma gigantesca companhia, como o Google, a abrir parte do código de um produto seu passa tanto pela popularização do Google Maps pelo uso de mashups como a capilarização alcançada por blogs que anunciam produtos da Amazon por meio de APIs.
A aposta foi certeira: a proliferação de mashups apoiada pelos numerosos APIs de grandes companhias fez com que buscadores desenvolvessem ferramentas para que a criação de um projeto fosse fácil como arrastar um arquivo pelo desktop.
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