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Empresa recruta professores para trabalhar em canteiro de obra

User photo not available Friday, 20 November 09 - 05:17 AM (GMT -04:00)
By Master Santucci in Notícias

A PROATIVA RH, consultoria com foco na atração e carreira de talentos, seleciona professor alfabetizador para trabalhar em uma empresa de construção civil dando aulas em um canteiro de obras de São Paulo. Ele irá alfabetizar os profissionais nos canteiros, durante o período das obras. As aulas são de 2ª a 6ª, sendo que uma aula de 1h30 pela manhã e outra no final da tarde.

É necessário ter formação para lecionar (Curso Senais ou superior) e Pacote Office.

Os interessados deverão entrar em contato pelo site http://www.proativarh.com.br e clicar no botão “fale conosco”.

Fonte - Aprendiz - Guia de Empregos

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Em carta inédita, Albert Einstein ataca Deus

geography8.gif Thursday, 15 May 08 - 10:53 AM (GMT -04:00)
By Master Santucci in Notícias

da Associated Press

Uma carta inédita de Albert Einstein datada de 1954, ano anterior ao de sua morte, traz pela primeira vez críticas contundentes do físico à religião. No manuscrito dirigido a seu amigo filósofo Eric Gutkind, que será leiloada hoje em Londres, o autor das teorias da relatividade retrata as práticas religiosas como "infantis".

"A palavra Deus é para mim nada mais do que expressão e produto da fraqueza humana", escreveu Einstein, para quem a Bíblia seria "uma coleção de lendas honráveis, ainda que primitivas".

O conteúdo da carta difere de declarações anteriores de Einstein, que, segundo historiadores, nunca havia deixado muito clara a sua visão sobre a religião. Nessa seara, o físico era mais lembrado pela frase "A ciência sem religião é manca, a religião sem a ciência é cega".

Na carta a Gutkind, porém, Einstein classifica a crença em Deus como "produto da fraqueza humana", e não poupa nem a religião do povo ao qual pertencia. "A religião judaica, como todas as outras religiões, é uma encarnação das superstições mais infantis." Einstein, um sionista que teve papel importante na criação do Estado de Israel, diz a Gutkind que não acredita que os judeus sejam um povo "escolhido".

A carta traz um certo tom de descrença na humanidade e a noção de que o poder corrompe as pessoas. Os judeus, diz, só estariam "protegidos dos piores cânceres por lhes faltar poder".

A casa de leilões Bloomsbury, onde o manuscrito original será vendido, diz estar "100% certa" da autenticidade do documento e que espera conseguir por ele um preço entre US$ 12 mil e US$ 16 mil. O vendedor é um colecionador particular.

Historiadores não costumam retratar Einstein com ateu, mas a imagem pode mudar com a publicação da carta. Sua visão sobre Deus era tida apenas como não-clerical ("Não creio no Deus da teologia que recompensa o bem e pune o mal").



Brasil cai para 59ª no ranking tecnológico mundial

geography8.gif Wednesday, 09 April 08 - 08:49 PM (GMT -04:00)
By Master Santucci in Notícias

JAMIL CHADE - Agencia Estado

GENEBRA - O Brasil continua despencando no ranking tecnológico mundial. Em uma classificação feita pelo Fórum Econômico Mundial, o País aparece apenas na posição de número 59 entre as economias que mais conseguem tirar proveito das novas tecnologias para incrementar sua produtividade. Segundo o estudo, as falhas na educação e um ambiente regulatório inadequado impedem que o Brasil avance no uso das tecnologias. Para o Fórum, o País está mal posicionado no ranking dos governos que mais priorizam o uso de tecnologias.

O ranking de 175 países é liderado por Dinamarca, Suécia, Suíça, Estados Unidos e Cingapura. Entre os países latino-americanos, o líder é o Chile, na 34ª posição. Já o Brasil vem caindo desde 2005. Naquele ano, o País ocupava a 52ª posição. Em 2006, passou para a 53ª colocação e agora é superado por países como Turquia, México, China, Jamaica, Arábia Saudita, Índia ou Barbados.

"Há certos avanços no Brasil. Mas a realidade é que outros países estão avançando de forma mais rápida no uso das tecnologias. Isso deveria ser um motivo para o Brasil parar e pensar porque isso está ocorrendo", afirmou a autora do levantamento, Irene Mia. "Não se pode ficar parado quando o assunto é tecnologia", disse.

Ambiente regulatório e educação

Para Irene, o Brasil enfrenta um "problema estrutural". "O ambiente regulatório é algo que precisa melhorar e a educação ainda é pobre. Esses dois elementos tem um forte impacto sobre o uso de tecnologias", afirmou a autora do documento. Para o Fórum, a tecnologia sozinha não gera a competitividade de uma economia. "Tudo depende do ambiente em que ela é usada", afirmou Irene.

No que se refere à educação, os especialistas apontam que a tecnologia somente pode criar competitividade se uma população está pronta para tirar proveito dela. Isso, portanto, dependeria da educação. "O Brasil não tem uma educação de primeira classe", disse Irene. Em termos de qualidade do ensino de Matemática e Ciências, o Brasil está apenas na 114ª posição. Já no critério de qualidade do sistema educacional, o País ocupa a 117ª posição.

Já no que se refere ao ambiente regulatório, o Fórum destaca a necessidade de reformas no sistema tributário, que coloca o País na 127ª posição entre as economias analisadas. O peso da regulação do Estado também é criticada. O Brasil aparece na 125ª posição por esse critério. Outros problemas são a falta de eficiência do poder Judiciário, na 102ª posição, ou a proteção da propriedade intelectual.

Para o Fórum, o Brasil ocupa apenas a 100ª posição entre os governos que colocam as tecnologias de informação como suas prioridades. "Os exemplos de sucesso dos países nórdicos, Cingapura, Estados Unidos e Coréia mostram que uma visão coerente do governo sobre a importância do setor de tecnologia, junto com educação e inovação, não é apenas fundamental para o grau de conectividade, mas é a base de um crescimento sustentável", afirmou Irene.

Setor privado

Se nos critérios regulatórios e de preparação o Brasil ainda ocupa um lugar discreto, a classificação mostra que há um avanço no que se refere ao uso das tecnologias pelo setor privado. Por esse critério, o País ocupa a 36ª posição no ranking e a 20ª posição na capacidade de inovação no mundo. O setor privado brasileiro ainda é o 28ª que mais usa a internet.



Violência e insegurança rondam as salas de aula

geography8.gif Saturday, 15 March 08 - 07:31 AM (GMT -04:00)
By Master Santucci in Notícias

 



A Educação, vista pelos olhos do professor

geography8.gif Monday, 12 November 07 - 07:34 PM (GMT -04:00)
By Master Santucci in Notícias

Publicado no site "Nova Escola On line"

Você conhece bem esta realidade: o professor adora a profissão, mas não está satisfeito com ela. Sabe que é parte de sua função preparar os alunos para um futuro melhor e gosta de ver as crianças aprendendo, porém se ressente por ter de providenciar a Educação global (valores, hábitos de higiene etc.) que a família não dá. NOVA ESCOLA e Ibope conversaram com 500 professores de redes públicas em todas as capitais brasileiras e os números são muito reveladores da situação em que se encontram nossos educadores.


53% têm no amor à profissão sua principal motivação.

63% trabalham no que gostam.

83% têm consciência da importância da profissão de professor.

80% já participaram de cursos de capacitação depois de formados.

Ao mesmo tempo, muitos se queixam do trabalho duro e (o pior) não reconhecido pela sociedade.

63% relatam viver em nível significativo de estresse.

48% sentem falta de mais segurança contra a violência.

54% estão descontentes com os benefícios, 47% com o salário e 47% com a sobreposição de papéis (em relação à família dos alunos).

21% estão satisfeitos com a profissão (um número assustador: em pesquisas similares o índice oscila entre 40 e 60%, chegando a 80% em algumas áreas que podem ser chamadas de privilegiadas).

As três principais surpresas da pesquisa apareceram justamente nas questões sobre a relação do professor com seu público-alvo e com o ambiente de trabalho.

1) Os alunos são vistos como desinteressados e indisciplinados e são percebidos, junto com a família, como os principais problemas da sala de aula.

2) A formação inicial é apontada pela maioria como "excelente". Mas, ao mesmo tempo, reconhecem não estar preparados para o dia-a-dia dentro da sala de aula.

3) As secretarias (municipais e estaduais) de Educação e o Ministério da Educação praticamente não aparecem como atores importantes da realidade do Magistério.
 



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